QueIssoAssim
QueIssoAssim 308 – Chupa Fox!
Siiiiiim, estamos de volta com a presença especialíssima de Artur Boni para, junto de Brunão e Baconzitos, regojizar sobre o único filme do MCU deste ano: Deadpool & Wolverine. No episódio da quinzena trazemos muito background, muita crítica, algumas tangentes e uma pitada de fanservice.
Se você não assistiu o filme, recomendamos ver primeiro pois o programa está recheado de spoilers.
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Rafael Beraldo Dourado
7 de agosto de 2024 at 18:28
Defendendo Homem Formiga (o personagem, e não o terceiro filme) como “grande” herói (ou pequeno, depende pra que lado ele gira aquele troço): Nos dos primeiros filmes, que são basicamente (mais o primeiro) filmes de assalto, o personagem se destaca justamente pela furtividade (e pela graça de ser um “herói improvável”, a maior parte da comédia proposta em ambos). Não impede de ser um personagem que vá, de alguma forma, salvar o mundo, já que existem boas possibilidades de histórias onde um cretino sortudo consegue fazer o impossível (o próprio Peter Quell no primeiro Guardiões – antes de sabermos que ele era filho de um planeta vivo). Mas o pior é que nem é isso que acontece no Quantumania (o filme é ruim mas esse nome é muito legal), já que o Kang só é ameaça pelo que a Michelle Pfeiffer fala dele, e não por ele, de fato. E toda a história ser no mundo quântico causa outro problema que é tirar o personagem do seu ambiente “natural” e jogar numa outra realidade que além de tudo tem que ser apresentada do zero (embora renda a ótima piada do “seus prédios estão mortos?”). Tem personagem que até funciona bem pra isso – o próprio Homem Aranha em eventuais aventuras interplanetárias, e, aqui, no tema desse podcast (quando o Brunão conseguia manter no tema) o Deadpool, que sai de seu universo urbano pra “bagunçar o multiverso”. Em certos trechos aliás parecia o filme “Ryan Reynolds Massacra a Marvel”. E mesmo neste filme, que também tem trechos “contados e não mostrados”, tudo o que não tá lá acaba nem fazendo tanta falta assim. Além da cena traumatizando do Wolverine (que eu gostei da solução do passeio entre as lápides), podia ter o Motoqueiro Fantasma do Nicolas Cage (diz que não chegaram num acordo do salário) ou mesmo o Tom Cruise de Homem de Ferro que faltou no Multiverso da Loucura (e que daria uma boa referência ao arco dos quadrinhos onde o Deadpool foi amaldiçoado temporariamente a ter a cara do ator).
Aliás, olha eu aqui falando do Homem Formiga no episódio do Deadpool. Mas, pera aí, foi vocês que começaram, então só aproveito pra apontar a principal inconsistência do terceiro filme: A Michele Pfeifer, nas cenas pós créditos do segundo, tá coordenando a nova exploração do Paul Rudd no universo quântico pra, SÓ DEPOIS da bagunça toda da saga do infinito “lembrar” que tem uma sociedade lá dentro com um cara que, talvez, seria melhor não sair (e que ironia, no final das contas, era melhor não sair mesmo, pro bem da saúde do rosto da ex namorada dele).
Uma piada sobre isso teria sido excelente, embora, muito provavelmente, de mau gosto (o que talvez a tornaria ainda mais engraçada).
Mas viva Ryan Reynolds e a disposição em fazer a gente se divertir no cinema. Ao som de Madonna (e do NSync).
Eldes
19 de agosto de 2024 at 10:37
Gente, que grata surpresa me deparar com a participação do Arturverso. Ficou a vontade de ver mais uma vez o filme, atentando para o que comentaram e apontaram no episódio. Aliás, senti falta do Brunão comentar sobre o easter egg numa faixada de loja, com “Liefeld” escrito, e com dois pezinhos ao lado 🙂