Podcasts
QueIssoAssim 286 – Máquina Não Gagueja (O Verdadeiro Problema das I.A.S)
No episódio de hoje, Brunão e Baconzitos convidam Andreia, especialista em programação de I.A.S, para um papo franco e realista sobre os perigos e os verdadeiros problemas das Inteligências Artificiais. O que é o tal do problema do alinhamento? Aonde vamos chegar com os ChatBots, as I.A.S de imagem e as assistentes pessoais? Será que ficaremos obsoletos em nossos trabalhos? Qual o limite ético da tecnologia?
Nosso futuro está em pauta aqui para lançarmos na esfera pública a discussão e deixar o alerta.
Aproveite e escute o Livros em Cartaz sobre o livro Eu, Robô, de Isaac Asimov. Clique aqui.
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
Livros em Cartaz
Livros em Cartaz 107 – A Liga Extraordinária
O que acontece quando os personagens da literatura vitoriana são reunidos para salvar o mundo de uma conspiração misteriosa?
Neste episódio, Gabi e Andreia embarcam em uma aventura guiada por Alan Moore e Kevin O’Neill, que reúne personagens como Mina Harker, Allan Quatermain, Dr. Jekyll, Capitão Nemo e Hawley Griffin: A Liga Extraordinária.
Então, embarque conosco no Nautilus e venha ouvir — porque, quando o mundo está em perigo, até os personagens mais improváveis precisam trabalhar em equipe.
Comentado no episódio
- Drácula, romance de Bram Stoker
- Livros em Cartaz #065 – Drácula
- As Minas do Rei Salomão, romance de H. Rider Haggard
- As Minas do Rei Salomão (1985 ‧ Aventura/Ação ‧ 1h 40m) filme dirigido por J. Lee Thompson
- As Vinte Mil Léguas Submarinas, romance de Júlio Verne
- 20.000 Léguas Submarinas (1954 ‧ Infantil/Aventura ‧ 2h 7m), filme dirigido por Richard Fleischer
- O Médico e o Monstro, romance de Robert Louis Stevenson
- Livros em Cartaz #086 – O Médico e o Monstro
- Homem Invisível, romance de H. G. Wells
- O Homem Sem Sombra (2000 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 1h 52m) de Paul Verhoeven
- O Homem Invisível (2020 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 2h 5m) de Leigh Whannell
- Assassinato da Rua Morgue, conto de Edgar Allan Poe
- Os Assassinos da Rua Morgue (1932 ‧ Terror/Mistério ‧ 1h 2m) filme dirigido por Robert Florey
- Os Primeiros Homens na Lua, romance de H. G. Wells
- Os Primeiros Homens na Lua (1964 ‧ Ficção científica/Aventura ‧ 1h 43m) filme dirigido por Nathan Juran
- O Problema Final, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Moriarty)
- A Aventura do Intérprete Grego, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Mycroft)
- O Retrato de Dorian Gray, romance de Oscar Wilde
- Livros em Cartaz #085 – O Retrato de Dorian Gray
- As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
- As Aventuras de Tom Sawyer (1938 ‧ Aventura/Comédia ‧ 1h 31m) dirigido por Norman Taurog
- The Zayat Kiss, conto de Sax Rohmer
- O Rosto de Fu Manchu (The Face of Fu Manchu, 1965), de Don Sharp (estrelado por Christopher Lee)
- Moby Dick, romance de Herman Melville
- Moby Dick (1956 ‧ Aventura/Drama ‧ 1h 56m) dirigido por John Huston e com roteiro de Ray Bradbury
Ordem recomendada de leitura
- A Liga Extraordinária – Volume I (Ambientado em 1898)
- 2. A Liga Extraordinária – Volume II (Ambientado em 1898, com trama inspirada em A Guerra dos Mundos)
- 3. O Dossiê Negro (The Black Dossier, ambientado em 1958)
- 4. Trilogia Nemo (Spin-off focado em Janni Nemo, filha do Capitão Nemo):
- Coração de Gelo
- Rosas de Berlim
- Rios de Fantasma
- A Liga Extraordinária: Século (Century)
- Século 1910
- Século 1969
- Século 2009 (também encontrados reunidos na edição compilada Século Integral)
- A Liga Extraordinária: A Tempestade (The Tempest – arco final da série)
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
-
CO22 semanas agoCO2 432 – Casamentos Clandestinos em Las Vegas, 20 Anos de Pequena Miss Sunshine e Lançamentos da Semana
-
Livros em Cartaz2 semanas agoLivros em Cartaz 106 – Psicopata Vitoriana
-
Notícias3 semanas agoSato Company abre pré venda de Godzilla Minus Zero e divulga novo pôster e balde de pipoca inédito!
-
Notícias3 semanas agoParis Filmes inicia pré-venda de ingressos para “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita”



Paixão
31 de agosto de 2023 at 02:05
Não podiam ter colocado um sensor de calor tipo o dos Predadores nesse “carro inteligente”?
Rafael Beraldo Dourado
31 de agosto de 2023 at 08:41
Durante aulas de animação, mediante a preocupação dos alunos com o quanto a inteligência artificial está se mostrando capaz de “fazer arte” e o que isso pode significar de prejuízo, eu costumo explicar a eles o seguinte panorama:
Há algumas décadas, pra produzir um desenho animado, o investimento estrutural era gigantesco. Dezenas de animadores eram necessários, muito material, acetato, tinta, câmera de captura… Somente quem podia botar muita grana de início e suportar um longo período sem retorno conseguia sobreviver nesse mercado, que inclusive tinha pouquíssimo espaço para dar saída. Desenho animado só o que a emissora local decidisse passar ou o que tivesse fôlego pra chegar em locadora, tudo gerando alto custo inicial com alto risco de não retorno do investimento. No Brasil, o que tínhamos de animação, desconsiderando iniciativas pontuais como os longas da Turma da Mônica e os do Oto Guerra, era quase que exclusivamente propaganda. 30 segundos na TV, anunciando um produto. Ok que um projeto desse era complexo o suficiente para ocupar diversos profissionais por várias semanas, e ainda ficava no ar por muito tempo, mas ainda assim o gargalo pra entrar nesse meio era extremamente afunilado.
Graças ao avanço da tecnologia que eu, que em 1997 nem computador em casa tinha, pude não só ter um site na internet (estagiei num provedor e me deixavam usar a estrutura fora do horário de trabalho, o embrião do site dos Sapo Brothers nasceu lá), estava produzindo, sozinho, o que precisaria de muito mais gente pra fazer. E graças a esses avanços pude trabalhar na área, hoje inclusive lecionar na área, manter meu canal etc. Algo impensável lá atrás. Mas a galera lá daquela época vocifera contra esses avanços. Porque o caminho deles no analógico já estava traçado, a barreira da entrada de novos era alta, e há aquela percepção que o esforço, por si só, é um valor absoluto atribuído ao resultado artístico. Defendem que os novos profissionais façam formações ainda mais demoradas, fazendo primeiro do jeito antigo, lento, pouco produtivo, sob alegação de que falta refinamento artístico e “formação clássica” na nova geração. Ou seja, quem já faz, reclama de quem tá vindo fazer. Mal comparando, a inteligência artificial vem como uma ferramenta que vai permitir que muito mais coisa seja feita em muito menos tempo. Se, por um lado, vai substituir, de fato, várias funções, por outro, vai permitir que mais coisa seja feita. Se ao invés de termos 10 pessoas trabalhando pra um projeto, podemos ter cada pessoa desenvolvendo o seu próprio. Do ponto de vista ao menos de conteúdo, é uma explosão ainda maior de possibilidades, conteúdos mais nichados, mais específicos, mais visões, mais histórias pra serem contadas.
Claro, isso é ser poliana. Que eu tendo a ser um pouco, mesmo. Mas a ideia é tranquilizar que, ao mesmo tempo que uma vaga desaparece aqui, surge outra acolá. Não que não seja necessário providenciar condições para que quem esteja no meio desses tumultos possa sobreviver com dignidade, e aí sim temos necessidades de políticas públicas que possam dar conta de não deixar naufragado no meio do turbilhão de avanços nos atingindo. Mas eu não fico nada confortável em apontar o dedo contra qualquer dos avanços recentes, mesmo os das redes sociais consideradas tão nocivas. Os meus personagens não passariam de uma vaga lembrança dum jornal de bairro de 1993 não fosse tudo o que temos em volta de nós hoje. Eu gosto de me confortar acreditando que o caminho é mais conforto pra todo mundo, com menos trabalho. Se for pra sonhar com um futuro “refém” de inteligências artificiais, que seja o de Star Trek (se bem que lá na primeira temporada de Pikard os robôs tavam ficando malucos, então, sei lá)