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QueIssoAssim 277 – Brincando de Historinha
Brunão, o bárbaro, Plínio, o bardo rapper, Zitos o ladino, e Nerdmaster o druida entram em uma taverna… E é assim que o QueIssoAssim de hoje fala sobre o mais novo filme de Dungeons & Dragons, aquele joguinho de nerdola que criou o desenho A Caverna do Dragão.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Eduardo Araujo
27 de abril de 2023 at 21:15
Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada Refileteiros dracônicos. Ed Araujo aqui para dar umas aparadas nas arestas desse podcast pra vocês. Zitos como assim “Forgotten Realms não existe mais”?! Não só existe como é o universo canônico central de D&D atualmente. Como a moda agora é multiverso, a Wizards of the Coast deu o depoimento de que D&D é um enorme multiverso e cada Mestre de jogo cria um universo novo ou adentra um sempre que narra em um mundo próprio ou em uma aventura pronta. Os pássaros que aparecem em tela são AxeBeaks ou no PTBR Bicos-de-Machado como a própria aparência do bicho demonstra. O filme foi muito bom e encapsulou muitos arquétipos classicos dos personagens e jogadores de RPG como o jogador que só quer Roleplay e normalmente faz a campanha girar aem torno do personagem dele (Edgin, o Bardo), a pessoa sortuda pra rolar dado alto(Holga a Bárbara), a pessoa que rolou atributo baixo e tem que se virar com o personagem bosta que criou (Simon, o Feiticeiro), a pessoa que juntou combo de raça e classe pra otimizar atributos no máximo e só serve pra combate sem ter um pingo de roleplay(Doric, a Druida), a pessoa que só veio em uma sessão e o mestre reaproveitou a ficha para usar de vilão(Forge, o Ladino) e a clara referência ao personagem do mestre que ele alcançou nível 20 em alguma campanha e ele usou como NPC(Xenk, o paladino). O filme conseguiu ser uma junção boa de conteúdo para jogadores e não jogadores, pois vi no cinema com minha mãe que ama filmes de fantasia e só conhece caverna do dragão sem nem saber que tem relação com D&D e minha namorada que morreu de amores com o Dragão Gordinho. Inclusive fiz o mesmo comentário que o Brunão na sala de cinema na cena dos mortos vivos “olha nossa cena pós créditos pronta aí”. já estou planejando em ver de novo neste próximo sábado com o grupo que eu narro. Como sempre obrigado pelos ótimos podcasts e CUIDADO COM O TAFETÁ!