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QueIssoAssim 277 – Brincando de Historinha
Brunão, o bárbaro, Plínio, o bardo rapper, Zitos o ladino, e Nerdmaster o druida entram em uma taverna… E é assim que o QueIssoAssim de hoje fala sobre o mais novo filme de Dungeons & Dragons, aquele joguinho de nerdola que criou o desenho A Caverna do Dragão.
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Eduardo Araujo
27 de abril de 2023 at 21:15
Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada Refileteiros dracônicos. Ed Araujo aqui para dar umas aparadas nas arestas desse podcast pra vocês. Zitos como assim “Forgotten Realms não existe mais”?! Não só existe como é o universo canônico central de D&D atualmente. Como a moda agora é multiverso, a Wizards of the Coast deu o depoimento de que D&D é um enorme multiverso e cada Mestre de jogo cria um universo novo ou adentra um sempre que narra em um mundo próprio ou em uma aventura pronta. Os pássaros que aparecem em tela são AxeBeaks ou no PTBR Bicos-de-Machado como a própria aparência do bicho demonstra. O filme foi muito bom e encapsulou muitos arquétipos classicos dos personagens e jogadores de RPG como o jogador que só quer Roleplay e normalmente faz a campanha girar aem torno do personagem dele (Edgin, o Bardo), a pessoa sortuda pra rolar dado alto(Holga a Bárbara), a pessoa que rolou atributo baixo e tem que se virar com o personagem bosta que criou (Simon, o Feiticeiro), a pessoa que juntou combo de raça e classe pra otimizar atributos no máximo e só serve pra combate sem ter um pingo de roleplay(Doric, a Druida), a pessoa que só veio em uma sessão e o mestre reaproveitou a ficha para usar de vilão(Forge, o Ladino) e a clara referência ao personagem do mestre que ele alcançou nível 20 em alguma campanha e ele usou como NPC(Xenk, o paladino). O filme conseguiu ser uma junção boa de conteúdo para jogadores e não jogadores, pois vi no cinema com minha mãe que ama filmes de fantasia e só conhece caverna do dragão sem nem saber que tem relação com D&D e minha namorada que morreu de amores com o Dragão Gordinho. Inclusive fiz o mesmo comentário que o Brunão na sala de cinema na cena dos mortos vivos “olha nossa cena pós créditos pronta aí”. já estou planejando em ver de novo neste próximo sábado com o grupo que eu narro. Como sempre obrigado pelos ótimos podcasts e CUIDADO COM O TAFETÁ!