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QueIssoAssim 249 – O Bátima Put** é o Melhor Bátima (Batman – A Máscara do Fantasma)
No episódio de hoje de nosso podcast, Brunão, Plínio e Baconzitos discutem o melhor Batman do Cinema, ou será que não? Animação de 1993 baseada no seriado animado de Batman. Baseado nos quadrinhos de Batman Ano Um e Batman Ano Dois tal qual o novo filme de Matt Reeves, essa animação mostra os primeiros anos do homem morcego cheio de flashbacks, investigação e ação.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
7 de março de 2022 at 18:46
Tem uma coisa legal sobre o visual que o Bruce Timm propôs pra série. Dá pra traçar um paralelo com a lógica de Animes: O traço simplificado (mas mantendo a proporção humana) pra facilitar as cenas de ação. Além da expressividade que essa simplificação permite. Mas eu sou suspeito, sou MUITO fã desse traço em específico. Não é tão difícil de achar a “bíblia” do projeto da série – usa-se esse nome pro “livrão” que é gerado quando você vai iniciar um projeto audiovisual, com todas as poses, guia de cenários, perfis psicológicos dos personagens etc. Bíblia tanto porque costuma ser um calhamaço tanto quanto por ter regras que não devem nem ser questionadas tampouco descumpridas.
Aliás, um dos motivos que essas animações são tão boas e os filmes nem sempre conseguem o mesmo resultado é que num live action a necessidade de “aprofundar” o personagem (e de fazer as cenas com mais imersão, mais longas, mais contexto entre as transições etc) acaba fazendo com que todo roteirista / editor ache que “falta alguma coisa”. Na animação vão direto ao ponto e flui, assim, tão melhor.
Em tempo: A animação da Arlequina também é MUITO legal. Eu fiquei fã, até pelos exageros e pelo uso de “linguagem clássica de animação” que eles abusam lá, talvez mais por conta do Cara de Barro.