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QueIssoAssim 227 – Aleluia… (Liga da Justiça de Zack Snyder)
SAIU! SAIU! ALELUIA! Depois de cinco anos o filme que era pra ter sido lançado em 2017 nos cinemas finalmente está disponível para que o vejamos em toda a sua glória de formato 4:3. Não, péra. Em toda a sua glória de quatro horas. Haja paciência. Enfim, nesse episódio, Brunão, Zitos e Artur recebem os amigos Bruno Passos (do canal Passos Nerds) e George Araújo (do Pipoca com Dendê) para discutirem tudo o que funciona e não funciona no filme de Zack Snyder. Esse filme é realmente melhor? A visão de Snyder está completa? O que foi exagerado? Quais são os pontos fortes e fracos do filme? Clica logo aí no play e vem descobrir o que agente achou!
E ouça neste link o que falamos da primeira versão do filme lá em 2017. A gente tava empolgado demais, brother, como é que pode… O que se reunir ao vivo no estúdio não faz com a gente… Saudades de uma aglomeração…
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Livros em Cartaz
Livros em Cartaz 107 – A Liga Extraordinária
O que acontece quando os personagens da literatura vitoriana são reunidos para salvar o mundo de uma conspiração misteriosa?
Neste episódio, Gabi e Andreia embarcam em uma aventura guiada por Alan Moore e Kevin O’Neill, que reúne personagens como Mina Harker, Allan Quatermain, Dr. Jekyll, Capitão Nemo e Hawley Griffin: A Liga Extraordinária.
Então, embarque conosco no Nautilus e venha ouvir — porque, quando o mundo está em perigo, até os personagens mais improváveis precisam trabalhar em equipe.
Comentado no episódio
- Drácula, romance de Bram Stoker
- Livros em Cartaz #065 – Drácula
- As Minas do Rei Salomão, romance de H. Rider Haggard
- As Minas do Rei Salomão (1985 ‧ Aventura/Ação ‧ 1h 40m) filme dirigido por J. Lee Thompson
- As Vinte Mil Léguas Submarinas, romance de Júlio Verne
- 20.000 Léguas Submarinas (1954 ‧ Infantil/Aventura ‧ 2h 7m), filme dirigido por Richard Fleischer
- O Médico e o Monstro, romance de Robert Louis Stevenson
- Livros em Cartaz #086 – O Médico e o Monstro
- Homem Invisível, romance de H. G. Wells
- O Homem Sem Sombra (2000 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 1h 52m) de Paul Verhoeven
- O Homem Invisível (2020 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 2h 5m) de Leigh Whannell
- Assassinato da Rua Morgue, conto de Edgar Allan Poe
- Os Assassinos da Rua Morgue (1932 ‧ Terror/Mistério ‧ 1h 2m) filme dirigido por Robert Florey
- Os Primeiros Homens na Lua, romance de H. G. Wells
- Os Primeiros Homens na Lua (1964 ‧ Ficção científica/Aventura ‧ 1h 43m) filme dirigido por Nathan Juran
- O Problema Final, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Moriarty)
- A Aventura do Intérprete Grego, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Mycroft)
- O Retrato de Dorian Gray, romance de Oscar Wilde
- Livros em Cartaz #085 – O Retrato de Dorian Gray
- As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
- As Aventuras de Tom Sawyer (1938 ‧ Aventura/Comédia ‧ 1h 31m) dirigido por Norman Taurog
- The Zayat Kiss, conto de Sax Rohmer
- O Rosto de Fu Manchu (The Face of Fu Manchu, 1965), de Don Sharp (estrelado por Christopher Lee)
- Moby Dick, romance de Herman Melville
- Moby Dick (1956 ‧ Aventura/Drama ‧ 1h 56m) dirigido por John Huston e com roteiro de Ray Bradbury
Ordem recomendada de leitura
- A Liga Extraordinária – Volume I (Ambientado em 1898)
- 2. A Liga Extraordinária – Volume II (Ambientado em 1898, com trama inspirada em A Guerra dos Mundos)
- 3. O Dossiê Negro (The Black Dossier, ambientado em 1958)
- 4. Trilogia Nemo (Spin-off focado em Janni Nemo, filha do Capitão Nemo):
- Coração de Gelo
- Rosas de Berlim
- Rios de Fantasma
- A Liga Extraordinária: Século (Century)
- Século 1910
- Século 1969
- Século 2009 (também encontrados reunidos na edição compilada Século Integral)
- A Liga Extraordinária: A Tempestade (The Tempest – arco final da série)
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Rafael Beraldo Dourado
7 de abril de 2021 at 08:20
Tem um truque que qualquer profissional de edição/produção audiovisual que tenha trabalhado durante a transição do formato 4:3 pra 16:9 (na TV) sabe: O “safe area” tem retângulos internos de referência. Pode ter até algum prejuízo no recorte, mas você CALCULA esse prejuízo e deixa nas áreas de corte informações não essenciais.
Tanto que a versão do filme de 2017, que também tem cenas filmadas pelo Snyder, ESTÁ EM WIDESCREEN. E eu acho que me incomoda ainda mais quem diz que não se incomoda com o formato quadrado do que o próprio incômodo do formato quadrado. Imagina pagar CINQUENTA TALQUEIS pra ficar com tarja preta na TV. Tarja preta precisa é dar pra esse gênio visionário aí.
E não existe história contada em 3 horas que não caiba em 2. Tudo que é filme tem sobra (até animação) que você tira quando tá sobrando, como 10 minutos do personagem cavalgando na neve.
P.S.: Nem precisava de um filme pro Ciborgue ou um pro Flash. A história do Flash é contada em 30 segundos na abertura da série, podia resolver fácil isso no cinema também. E cá entre nós, filme de super herói “sombrio” é muita vontade de forçar a barra pra dar peso e seriedade pra uma história de um alienígena querendo dominar o mundo.
Luiz Claudio Reis
7 de abril de 2021 at 19:40
Olá pessoal, ótimo cast como sempre, Brunão está em estado de graça, com críticas precisas só faltou comentarem da cena que pra mim representa esse filme, quando eles vão salvar o refém temos (se possível ler na voz do Brunão pistola) a LIGA DA JUSTIÇA SUBINDO UMA ESCADA EM FILA INDIANA, e pra coroar depois temos o flash como coach motivacional da galera que está subindo a escada.
Mas tenho que defender algo que foi criticado por vocês, as escadas em Atlants se justificam pois na antiguidade ela era uma cidade normal, só depois que foi inundada.
O arco do ciborgue realmente melhorou muito, mas o início quando ele fica puto pelo pai não ter ido ao jogo, me lembrou daqueles filmes da sessão da tarde, que um pai faz isso com uma criança, vira um cachorro e fica melhor amigo dela.
Eu fiquei muito admirado quando vocês falaram que é o Ben Afleck na cena final com o Caçador de Marte, podia jurar que era um outro ator com um CGI cagado no rosto.
Agora aqui vai uma idéia pra Warner que ouvi em outro podcast, que eu acho que melhoraria bastante esse filme: Está toda a liga do Snider reunida na Sala da Justiça, quando de repente passa um onda de antimatéria e tudo some, ai corta a cena e aparece o Monitor mostrando para a verdadeira Liga e fala “é isso que vai acontecer com a sua terra se não determos o Antimonitor”, e começa a crise nas infinitas terras.
Um forte abraço a todos e parabéns pelo ótimo trabalho.
Paulo Campos
8 de abril de 2021 at 07:26
Aí Baconzitos, imagina se a Disney tem colhões de fazer o filme do Esquadrão Supremo e fica o filme da Liga perfeito. Imagina a cara do Brunão e do Miotti… Iam ficar igual o urso do Pica-Pau… Bwa-Ha-Ha-Ha-Ha!!!!
GIF do Urso do Pica-Pau
https://2.bp.blogspot.com/-tUBGcR2e_ik/Wf8KXehbMCI/AAAAAAAACDU/e40WFfSDIi897zo6pC2A4Bjk9K6HahxZwCLcBGAs/s400/urosdopicapau.gif
Paulo Campos
8 de abril de 2021 at 07:33
Ah, e Brunão, fica calmo.
O Snyderverso não é a Terra-1, é a Terra-3, origem do Sindicato do Crime.
Alexandre Rodrigues de Assumção
10 de abril de 2021 at 19:06
Portal Refil! Queissoassim? É um reboot? É uma continuação? É qualquer coisa? Nãããão. É o Zé Snyder Cut!
Cut do quê? Da mesma forma que o Brunão, eu não gosto das obras do “cineata visionário” em questão. Essa versão é melhor que a colcha de retalhos de 2017, mas não quer dizer que ela seja o melhor filme de heróis do universo, da história, não! Não e não. Sobre a visão dos heróis que a DC apresenta como “deuses”, o Zé Snyder comete algumas excentricidades” do tipo: Aquaman de buteco, Mulher Maravilha cangaceira, Batman rei do gatilho, Superman descolorido, Flash slow slow motion e Cyborg bugiganga (ele rematerializa um gravador, que poder que é esse? Entropia reversa, igual do TENET?). Do outro lado, estão os os vilões, que eu achei melhor: o Lobo farejador cromado da Estepe de playstation (saudades das criaturas do Ray Harryhausen), os pára-mariposa, e o Dark-Darkseide. Queria ver ele usar o mau olhado que vira a esquina mais vezes. Algumas cenas que poderiam ser mercantes se perdem na câmera lenta infinita, com uma trilha sonora brega e duvidosa. Se o Zé Snyder se sai bem dirigindo cenas de ação, falha no conjunto da obra. Quem critica o final de Superman do Richard Donner, o Flash faz absolutamente a mesma coisa aqui, para resolver tudo. Aliás, virou uma solução de roteiro nas hqs e nas séries de animação da DC: rolou algum problema mais grave, põe o Flash para correr.
Finalmente, parabéns pelo podcast, que ao contrário do filme, passou rápido. Excelentes colocações e argumentos bem fundamentados, diferentes de outros que se ouve pela internet, que se resumem ao ódio total ou a veneração cega de fã. Vocês conseguiram apontar os pontos positivos e negativos e fazer uma análise bem interessante da obra autoral do Snyder, sem cair na crítica total ou na defesa irracional . É isso aí. Abraços.