Podcasts
QueIssoAssim 208 – E o Shoshannah? (Remake de O Poderoso Chefão)
No QueIssoAssim de hoje, Brunão, Miotti e Bruno Curuja ousam cometer o sacrilégio de imaginar como seria um elenco de uma refilmagem do maior clássico do cinema norte-americano de todos os tempos: O Poderoso Chefão. Quem seria o diretor ideal? Como fazer funcionar? Quem estaria à altura de Marlon Brando? Descubra clicando aí no play! É uma oferta que você não vai poder recusar!
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
Podcasts
QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Henrique antony
30 de setembro de 2020 at 10:26
Mas como seria o remake de o poderoso chefão se fosse dirigido por Steven Shainberg diretor de a Pele (2006) e Secretaria (2002),outro diretor também que eu cogito pra esse remake é David Cronenberg de Marcas da Violência (2005)
e Spider (2002) com Ralph Fiennes.
RAFAEL BERALDO DOURADO
30 de setembro de 2020 at 16:29
A cada 3 nomes que vocês citavam nesse episódio (tanto personagem quanto elenco) eu ficava me perguntando: Mas de quem eles tão falando?
É um alívio quando alguém do cast também não sabe quem é que aí as vezes na explicação eu entendo também.
Preciso começar a ouvir esses episódios de remakes com o google imagens aberto…
Parabéns pelo episódio, aliás.
Diogo Lopes Bastos
6 de outubro de 2020 at 19:00
Ótimo programa e por favor chamem o Curuja mais vezes para participar, essa diversidade no elenco desse remake ficou muito boa, principalmente deixando o Michael B. Jordan como Michael Corleone, isso acaba trazendo uma briga interna mais pesada na questão da família. Já que colocaram a Diane Keaton como a esposa do Don Corleone que tenha mais tempo de tela também. Uma dúvida, na questão do roteiro seriam mais fiéis ao livro e assim abordando temas mais pesados e cutucando bem na ferida de Hollywood?
Os remakes que fazem são sensacionais e agora estou no aguardo para fazerem a sua versão de Scarface ou Apocalypse Now.