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QueIssoAssim 203 – O Que Fazemos na Vida Ecoa na Eternidade (Gladiador)
É ASSIM QUE MEU FUSCA ANDAAAAAAAA! É com esse grito bárbaro que Brunão, Baconzitos e Miotti chegam para mais um QueIssoAssim de um clássico moderno. Neste episódio falamos sobre o épico de Ridley Scott, Gladiador (2000). Venha com a gente nessa jornada pela época do império romano, lutar pela sua liberdade e vingança.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


RAFAEL BERALDO DOURADO
26 de agosto de 2020 at 11:16
A parte cantada da trilha do Gladiador me lembra um pouco a trilha de Senhor dos Anéis (se não estou enganado, da Enya).
Esse filme me marcou nem tanto de quando o assisti na época, mas pelo tanto que ficou sendo referenciado depois – também pela cena do cilindro de gás que ficou aparente numa biga (todo programa de TV que ia citar erros de continuidade no cinema passava essa cena).
E eu assisti o filme esperando a reação de uma certa vila gaulesa que resistia ao invasor.
Willian Spengler
26 de agosto de 2020 at 17:25
Ahhhhhhh…É assim que ele vai paraaarrr!
Alexandre Rodrigues de Assumção
31 de agosto de 2020 at 19:28
Portal Refil! O portal dos grandes épicos!
Gladiador! Grande filme! Grande elenco!
Para quem curte cinema, lembro de “Quo Vadis?”, “A Queda do Império Romano”, que mostraram além deste filme, Roma em seu apogeu e posterior declínio, como resultado de seus desmandos políticos e governantes megalomaníacos que não conseguiram manter a coesão do gigantismo deste Estado, que ainda assim, durou mil anos. Há licença poética, poética sim, alguma liberdade histórica, mas que não prejudicam o elemento narrativo desta boa história, muito bem contada. Pontos que destaco: as cenas de Marcos Aurelius (saudoso Richard Harris) e seu filho ambicioso Comodos (Joaquim Phoenix); as batalhas de campo e dentro do Coliseu (na verdade, era o Anfiteatro Flavius, pois este nome só foi dado posteriormente ao grande monumento histórico) e a cena dos Campos Elíseos, onde Máximus parte para o encontro com sua família, filmadas com muita precisão por Ridley Scott. Claro, contam também a boa atuação de Russel Crowe, como o protagonista que parte para a vingança após a traição e a tragédia. Um tema simples, muito bem aproveitado neste filme, além de Oliver Reed (Os Três Mosqueteiros, lembrado pelo Brunão e que mereceria um Queissoassim também).
Excelente podcast, amigos. Gladiador, um filme épico, que provou ser possível apreciar este gênero nos dias atuais, pois as boas histórias jamais envelhecem.