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Versão brasileira de “Maldição da Múmia” destaca direção de Marco Ribeiro e traz Fernanda Baronne no elenco

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Cortesia da Warner Bros. Pictures

Versão brasileira foi produzida no estúdio Wan Marc, um dos principais estúdios de dublagem do Rio de Janeiro

O terror sobrenatural Maldição da Múmia chegou aos cinemas brasileiros na última semana e sendo dirigido e escrito por Lee Cronin, o longa propõe uma releitura da clássica franquia A Múmia, apostando em uma narrativa sombria que combina suspense psicológico e elementos sobrenaturais. A produção é assinada por James Wan, em parceria com a Blumhouse Productions, e acompanha uma história marcada por perda, mistério e forças ocultas que atravessam o tempo.

Diferente das versões anteriores marcadas por aventura, o filme adota uma abordagem mais intimista e perturbadora, aproximando o mito clássico do terror psicológico contemporâneo e explorando elementos de horror corporal. A proposta reposiciona a figura da múmia como uma presença mais humana, emocional e inquietante, centrada no impacto do desconhecido dentro do ambiente familiar.

Na trama, um casal de jornalistas, interpretado por Jack Reynor e Laia Costa, enfrenta o desaparecimento da filha após um encontro enigmático no deserto. Oito anos depois, um acidente aéreo libera um sarcófago que carrega a jovem, agora adulta, desencadeando uma presença sombria que passa a assombrar a família. À medida que eventos inexplicáveis se intensificam, o longa constrói uma atmosfera de tensão crescente, explorando temas como luto, destino e forças além da compreensão humana.

A versão brasileira foi produzida no estúdio Wan Marc, com direção de dublagem de Marco Ribeiro, que também supervisiona todo o processo criativo. Sócio do estúdio, Marco reforça sua atuação em projetos de grande porte, consolidando a qualidade da dublagem nacional em produções internacionais.

Marco Ribeiro

Maldição da Múmia exige uma construção muito cuidadosa de atmosfera. A tensão está nos detalhes, no silêncio, na respiração dos personagens. Como diretor, meu papel foi garantir que cada elemento da dublagem contribuísse para essa imersão”, afirma Marco Ribeiro. “A Fernanda entrega uma interpretação muito precisa e sensível. A personagem dela carrega nuances importantes para a narrativa, e ela conseguiu equilibrar força e mistério de forma a potencializar o impacto emocional da história.”

Com 38 anos de carreira, Marco é conhecido por dar voz a nomes como Jim Carrey, Tom Hanks e Robert Downey Jr., além de marcar gerações como o icônico Homem de Ferro no universo Marvel. Na animação, também deu vida a personagens como Woody, da franquia Toy Story, Flik e Máskara.

Como diretor de dublagem, acumula trabalhos em séries e filmes de destaque, como Drake & JoshiCarlyAmerican Horror Story Supernatural, além de produções cinematográficas como Gravidade It – Capítulo Dois. Entre os projetos mais recentes estão Minecraft – O Filme Karatê Kid: Lendas.

Recentemente, o dublador voltou aos holofotes com a divulgação do trailer de Toy Story 5, da Pixar, no qual reprisa seu papel como Woody. O longa estreia em 18 de junho de 2026 e já figura entre os lançamentos mais aguardados do ano. Marco assumiu o personagem a partir de Toy Story 2, após o falecimento de Alexandre Lippiani. Outro destaque recente foi a celebração dos 29 anos de Yu Yu Hakusho no Brasil, obra em que deu voz ao protagonista Yusuke Urameshi.

Fernanda Baronne

No elenco de dublagem de Maldição da Múmia, Fernanda Baronne interpreta a Senhora Cannon, personagem de Laia Costa. Com uma carreira sólida e versátil, a atriz é conhecida por dublar nomes como Scarlett Johansson, Emily Blunt e Charlize Theron, além de trabalhos em animações como Kim Possible Digimon.

Entre seus projetos recentes estão a personagem Koyuki em Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, Smurf Coragem em Smurfs e participações na série The Chosen. A dubladora também esteve em produções como The Masked Singer – Celebridade e no k-drama A Rainha dos Golpes. No cinema, um de seus trabalhos mais recentes foi em Pânico 7, no qual deu voz à antagonista Jessica Bowden, figura central dos Assassinatos de Pine Grove de 2026.

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“Yellow Cake”, ficção científica brasileira com Rejane Faria e Tânia Maria, ganha data de estreia e anuncia seleção para festivais internacionais

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Após estreia mundial no Festival de Roterdã, longa de Tiago Melo será lançado nos cinemas de todo o Brasil em 26 de novembro. Produção também ganha sessão no CineBH e representa o Brasil em festivais internacionais como o Sitges Film Festival

“Yellow Cake”, novo longa de Tiago Melo (“Azougue Nazaré”), estrelado por Rejane Faria (“Marte Um”, “Vicentina Pede Desculpas”) e Tânia Maria (“O Agente Secreto”), anuncia oficialmente sua data de estreia em cinemas de todo o Brasil: 26 de novembro. O lançamento dá sequêncua a uma movimentada carreira para o longa em festivais nacionais e internacionais, onde representa o cinema brasileiro de gênero com a história de Rúbia Ribeiro (Rejane Faria), uma cientista nuclear que, ao lado de estudiosos de outros países, se envolve em um experimento secreto com urânio para erradicar o mosquito Aedes Aegypti. 

O filme, que teve sua estreia mundial no Festival de Roterdã, agora segue para o CineBH, em Belo Horizonte, cidade natal de Rejane Faria, e para o Sitges Film Festival (8 a 18 de outubro), primeiro festival de cinema fantástico do mundo, que ocorre na Espanha. As próximas paradas incluem ainda o Festival Internacional de Cine de la UBA (30 de setembro a 7 de outubro), na Argentina, e o CineEco Seia (9 a 17 de outubro), em Portugal. “Yellow Cake” também já participou do Olhar de Cinema, em Curitiba, onde ocorreu sua primeira exibição no Brasil; Los Angeles Latino International Film Festival (LALIFF), nos Estados Unidos; e Bildrausch Filmfest Basel, na Suíça. 

Foto: Gilvan Barreto
Foto: Gilvan Barreto

“Yellow Cake” é uma produção da Lucinda Filmes, Urânio Filmes e Jaraguá Produções, com coprodução da Cinemascópio e Olhar Filmes. A distribuição nos cinemas brasileiros fica por conta da Olhar Filmes. O filme foi realizado com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, do Funcultura, Sic Recife e Lei Paulo Gustavo, e conta com premiação do edital do BNDES para distribuição, além de recursos do Funcultura também para comercialização. 

SINOPSE 

Na cidade de Picuí, no sertão da Paraíba, um grupo de cientistas tenta erradicar o mortal mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue — por meio de um experimento secreto intitulado Yellow Cake. Utilizando o urânio extraído da região, o projeto pretende esterilizar os mosquitos e assim conter a disseminação da doença. A física nuclear Rúbia Ribeiro (Rejane Faria) integra o experimento. 

ELENCO 

Rejane Faria
Valmir do Côco
Tânia Maria
Spencer Callahan
Wolfgang Pannek
Alli Willow
Rosa Malagueta
Galeguinho Zé Matias
Severino Dadá 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

FICHA TÉCNICA 

Direção: Tiago Melo
Produção: Carol Ferreira, Leonardo Sette, Luiz Barbosa e Tiago Melo
Argumento: Jeronimo Lemos e Tiago Melo
Roteiro: Amanda Guimarães, Anna Carolina Francisco, Gabriel Domingues, Jeronimo Lemos e Tiago Melo
Diretora assistente: Débora de Oliveira
Direção de fotografia: Gustavo Pessoa
Fotografia adicional: Ivo Lopes Araujo
Direção de arte: Ananias de Caldas e Avelino los Reis
Figurino: Mariana Braga, Gabriella Marra e Rodrigo Rosa
Montagem: André Sampaio
Som direto: Danilo Carvalho
Caracterização e efeitos: Anita Tagliavini
Casting: Gabriel Domingues
Still: Gilvan Barreto

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