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Reviews e Análises

Space Jam: Um Novo Legado – Crítica

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LeBron James tem uma camisa grande para vestir no novo Space Jam, as comparações com Michael Jordan e o primeiro filme são inevitáveis. Mas o novo Space Jam não deixa nada a desejar. Logo de início o filme deixa claro que sabe o quão fora da caixinha ele é.

Com um roteiro simples, que tem até auto crítica da própria Warner Bros., a diversão é garantida. Cedric Joe interpreta o filho mais novo de LeBron e é o perfeito pré-adolescente chato para os adultos e representativo para os jovens. Don Cheadle está bem extravagante como o vilão Al. G. Rhythm, o tipo de vilão que este tipo de filme precisa.

A história revolve na relação do pai com os filhos e da aceitação das diferenças entre o que cada um quer de suas vidas, mas isso é pano de fundo para uma imersão no conteúdo da Warner Bros. Em momentos parece que estamos em uma propaganda da HBO Max, demonstrando todos as propriedades intelectuais da WB, e em outros temos claros posicionamentos de marcas. Mas isso não estraga o filme e, em alguns momentos até agrega ao filme.

É um filme para rir alto, tanto das maluquices dos Looney Tunes quanto do que está acontecendo no fundo, onde a plateia do jogo de basquete é composta em grande parte pelos personagens dos filmes e séries da WB. Poderia ter um pouco mais de basquete no filme, mas não ao ponto de estar faltando, só podia ter um pouquinho mais.

Avaliação: 4 de 5.
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Reviews e Análises

Mickey 17 – Crítica

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Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.

Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.

No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.

O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.

Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.

Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.

Avaliação: 4.5 de 5.
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Burburinho

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