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Séries antológicas de ficção científica

Black Mirror, Twilight Zone e Philip K. Dick’s Electric Dreams.

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Primeira coisa: O que é uma série antológica?

É aquela que apresenta enredo e personagens diferentes a cada episódio ou a cada ano, embora tenha o mesmo nome e até repita atores de temporadas anteriores. Ela pode apresentar uma nova história a cada temporada ou até mesmo a cada episódio. É como se fosse uma seleção de histórias, não cronológicas e independentes entre si… Porém, às vezes o criador deseja inovar e cria um certo gancho entre os episódios ou adiciona “easter eggs” (pequenos detalhes que fazem referência a um outro episódio) nas histórias para dar uma inovada e criar uma identidade na série… mas basicamente, é isso!

3 exemplos de séries antológicas de ficção científica:

Além da Imaginação, ou The Twilight Zone.

Inspirada na antologia de terror e suspense criada em 1959 que ficou no ar até 1964, a nova versão de “Além da Imaginação”, ou “The Twilight Zone”, está disponível na Amazon Prime Vídeo com 10 episódios independentes entre si (apesar de ter “easter eggs”, como comentei acima).

Usando uma abordagem meio terror psicológico e ficção científica, “Além da Imaginação” aborda diversos temas sobre a condição humana, contando histórias de esperança, preconceito, medo, desespero, tornando-se uma das produções mais cultuadas da história da TV americana.

A versão atual é mais moderna, conta com temas e efeitos mais condizentes à nossa realidade dos anos 2020. A série conta com um elenco premiadíssimo, que não se repete, a não ser pelo apresentador, Jordan Peele, anfitrião e narrador da série, que introduz e finaliza as histórias.

Não tente entender os acontecimentos, apenas sinta-se dentro das histórias, como se tudo fosse possível, como se estivesse dentro de um sonho, das mentes dos personagens, indo além da imaginação, como o próprio nome da série sugere.

Trailer – “Além da Imaginação” – “The Twilight Zone”

Philip K. Dick’s Electric Dreams

Electric Dreams é bem gostosa de assistir, cada episódio parece um filme, com um elenco de estrelas e produção impecável. Os episódios foram inspirados nos contos de Philip K. Dick que escreveu nos anos 50 e imaginou um futuro bem próximo ao que vivemos hoje e também um futuro bem mais tecnológico e avançado do que o que já podemos vivenciar.

Imaginar uma realidade paralela como as da série é algo fascinante para mim… e saber que o autor imaginou tudo isso anos atrás é ainda mais intrigante… Mesmo que seja um futuro sombrio e nebuloso, gosto de ter essas experiências visuais e sensações inesperadas sobre o que nos espera daqui uns anos…

Muitas vezes até sonho com algumas cenas… Como a maioria das histórias traz algum tipo de reflexão, é uma série que além de esteticamente bonita, bem produzida, interessante, é útil para pensarmos sobre a nossa humanidade. Disponível na Amazon Prime Video.

Black Mirror

Black Mirror já é bastante conhecida, disponível há bastante tempo na Netflix, foi a que vi primeiro e me impressionou logo de cara. Depois que assisti fiquei pensando nas cenas, nos episódios por muito tempo. E todo mundo que assistia também comentava o mesmo. Ou seja, ela tem algo especial…

A melhor descrição que achei sobre ela foi a seguinte: “É sempre fascinante quando um filme consegue incomodar, fazer refletir ou despertar sentimentos nem sempre muito presentes (…) em Black Mirror nos reconhecemos; o que vemos ali somos nós, refletidos naqueles contextos; escravos do consumo, linchadores virtuais, mórbidos espectadores” (https://www.simonde.com.br). 

Foi com ela que comecei a apreciar esse tipo de obra e procurar por distopias e ficções científicas para assistir… É viciante querer saber as projeções de futuro que as outras pessoas fazem, dá um pouco de medo, ansiedade e emoção por presenciar as mudanças que podem vir, mesmo que ainda pareça absurdo, ou nem tão absurdo e distante como em algumas histórias.

Este trailer é um mix de cenas de diversos episódios, mas que contempla toda a essência dela.

Balanço

Gostei bastante de todas elas, adoro esse tipo de série em que os episódios são independentes e tem essa mística de passado, presente e futuro caminhando juntos… Aliás, numa escala de preferência das três, que são bem semelhantes na temática futurística, distópica e na estética, a ordem do que eu mais gostei é essa:

1⁰ Black Mirror (Netflix)
2⁰ Electric Dreams (Amazon)
3⁰ Twilight Zone (Amazon)

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“Ritas”, documentário sobre Rita Lee, divulga data de estreia e cartaz, após abertura do É Tudo Verdade

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Narrado pela própria Rita, longa chega aos cinemas no dia 22 de maio, Dia de Rita Lee, e celebra a vida pulsante de uma das maiores figuras da música brasileira

Com a última e inédita entrevista de Rita Lee, o documentário “Ritas” chegará aos cinemas brasileiros no dia 22 de maio, data que celebra o dia de Santa Rita de Cássia e que foi escolhida pela artista como seu “novo aniversário” (a cantora nasceu em 31 de dezembro de 1947). Em 2024, a cidade de São Paulo também passou a reconhecer por lei a data de 22 de maio como o Dia de Rita Lee, e neste ano os fãs da cantora poderão comemorar este dia em grande estilo e nos cinemas.

O longa, dirigido por Oswaldo Santana e codirigido por Karen Harley, revelou hoje seu cartaz inédito e ontem, 2 de abril, reuniu mais de 700 pessoas na Cinemateca, em São Paulo, durante sua primeira exibição, que abriu o 30º É Tudo Verdade, maior festival de documentários do Brasil e da América Latina. No evento, que toma conta de cinemas do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre os dias 3 e 13 de abril, o público poderá assistir a este que é um mergulho inédito na vida e na obra de Rita Lee, uma das figuras mais emblemáticas da música brasileira.

“Para os fãs é uma oportunidade de mergulhar, reviver, cantar e participar de momentos tão marcantes para a nossa cultura. A intimidade revelada por Rita na sua casa carrega referências, filosofias e emoções nunca vistas. Os mais jovens, que não a conhecem muito bem, irão se surpreender com a artista mulher que sempre viveu à frente do seu tempo, abrindo caminho para o feminismo com muito rock’n’roll, sinceridade, deboche, talento, carisma e amor,” declara Oswaldo Santana, que estreia na direção de longa-metragem com o filme.

Com imagens de arquivo e narração da própria Rita, além de uma última entrevista inédita feita para o filme, o longa celebra a autenticidade e ousadia de uma das pioneiras do rock brasileiro, traçando um histórico completo de sua vida e suas personas.

“Ritas” é uma produção Biônica Filmes em coprodução com 7800 Productions e Claro, com apoio Globo Filmes e DOT Cine. Realização Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Governo Federal, Ministério da Cultura e Lei Paulo Gustavo. Codistribuição Biônica Filmes e Paris Filmes.

FICHA TÉCNICA

Direção: Oswaldo Santana
Codireção: Karen Harley
Roteiro: Oswaldo Santana, Karen Harley, Fernando Fraiha
Pesquisa: Antônio Venâncio e Eloá Chouzal
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho
Montagem: Oswaldo Santana, AMC
Fotografia: Janice d’Avila
Arte: Ricardo H Fernandes
Animação: Gabriel Bitar
Desenho de Som: Fernando Henna, Henrique Chiurciu
Estúdio de Som: Confraria de Sons & Charutos
Mixagem: Daniel Turini, Fernando Henna
Colorista: José Francisco Neto, ABC
Coordenação de Pós-Produção: Beto Bassi
Estúdio de Imagem: DOT Cine
Produção Executiva: Anatalia Lyro, Beatriz Modenese e Isa Colombo
Produtor Associado: João Macedo
Produção de Distribuição: Barbara Sturm
Distribuição: Biônica Filmes e codistribuição Paris Filmes

SINOPSE

É no processo de “arqueologia pessoal”, que se apresenta através das brechas da vida, que a cantora Rita Lee mostra o que todos veem, de uma maneira que ninguém jamais viu: Rita poeta, compositora, instrumentista, escritora, eremita e musa. A vida pessoal de Rita e seu processo criativo são desvendados, revelando, assim, seu talento musical e sua capacidade de metamorfose no palco. A própria Rita guia a narrativa em entrevistas concedidas durante toda a sua carreira e depoimentos recentes e inéditos.

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