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Ratched revela passado sombrio da vilã de “Um estranho no ninho”
A história pregressa dessa enfermeira do mal
Ratched é a mais nova série que estreou na Netflix, criada por Ryan Murphy e Evan Romansky, se passa antes dos acontecimentos do filme “Um Estranho no Ninho”, de 1975, (direção: Milos Forman). A série é dedicada a contar a história da enfermeira sádica Mildred Ratched, uma super vilã no filme, que tem seus primórdios na profissão e sua trajetória de vida desvendados.
Tem um quê de Alfred Hitchcock, uma estética linda e sinistra ao mesmo tempo, trilha sonora bem densa (e tensa!) e um elenco impecável. Os figurinos e cenários são perfeitos para a época (década de 40), tanto que fiquei encantada com tudo, até mesmo com as apavorantes cenas da enfermeira com sua forma peculiar de trabalhar e lidar com os pacientes psiquiátricos.

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Quem gostou de Bates Motel certamente vai gostar dessa série, em alguns pontos elas se assemelham muito, até mesmo na tensão constante e na estética, no clima de suspense e um terror um tanto requintado… Além disso, as duas contam histórias prévias de personagens que foram vilões de grande sucesso no cinema, talvez na tentativa de levar ao conhecimento do público o mais profundo que há no comportamento humano, para justificar ou explicar o que os levou a praticar atrocidades em suas trajetórias…
No elenco tem Sarah Paulson, na pele da efermeira-mosntro. Sharon Stone, como uma mãe rica sedenta por vingança e seu filho Henry Osgood, interpretado por Brandon Flynn, de 13 Reasons Why, além de Cynthia Nixon, mais conhecida por ter sido a Miranda de Sex and The City, como Gwendolyn Briggs, e muito outros que não são super famosos mas você já os viu por aí “borboletando” em Hollywood.
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Estreou no dia 18/09/20, tem oito episódios de cerca de 40 a 60 minutos cada e a segunda temporada já está confirmada. Então, corre lá pra ver essa série cheia de mistério que conquista pelo leve medo, mas também pelo puro charme. Para maratonar!
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“Ritas”, documentário sobre Rita Lee, divulga data de estreia e cartaz, após abertura do É Tudo Verdade

Narrado pela própria Rita, longa chega aos cinemas no dia 22 de maio, Dia de Rita Lee, e celebra a vida pulsante de uma das maiores figuras da música brasileira
Com a última e inédita entrevista de Rita Lee, o documentário “Ritas” chegará aos cinemas brasileiros no dia 22 de maio, data que celebra o dia de Santa Rita de Cássia e que foi escolhida pela artista como seu “novo aniversário” (a cantora nasceu em 31 de dezembro de 1947). Em 2024, a cidade de São Paulo também passou a reconhecer por lei a data de 22 de maio como o Dia de Rita Lee, e neste ano os fãs da cantora poderão comemorar este dia em grande estilo e nos cinemas.
O longa, dirigido por Oswaldo Santana e codirigido por Karen Harley, revelou hoje seu cartaz inédito e ontem, 2 de abril, reuniu mais de 700 pessoas na Cinemateca, em São Paulo, durante sua primeira exibição, que abriu o 30º É Tudo Verdade, maior festival de documentários do Brasil e da América Latina. No evento, que toma conta de cinemas do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre os dias 3 e 13 de abril, o público poderá assistir a este que é um mergulho inédito na vida e na obra de Rita Lee, uma das figuras mais emblemáticas da música brasileira.
“Para os fãs é uma oportunidade de mergulhar, reviver, cantar e participar de momentos tão marcantes para a nossa cultura. A intimidade revelada por Rita na sua casa carrega referências, filosofias e emoções nunca vistas. Os mais jovens, que não a conhecem muito bem, irão se surpreender com a artista mulher que sempre viveu à frente do seu tempo, abrindo caminho para o feminismo com muito rock’n’roll, sinceridade, deboche, talento, carisma e amor,” declara Oswaldo Santana, que estreia na direção de longa-metragem com o filme.
Com imagens de arquivo e narração da própria Rita, além de uma última entrevista inédita feita para o filme, o longa celebra a autenticidade e ousadia de uma das pioneiras do rock brasileiro, traçando um histórico completo de sua vida e suas personas.
“Ritas” é uma produção Biônica Filmes em coprodução com 7800 Productions e Claro, com apoio Globo Filmes e DOT Cine. Realização Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Governo Federal, Ministério da Cultura e Lei Paulo Gustavo. Codistribuição Biônica Filmes e Paris Filmes.

FICHA TÉCNICA
Direção: Oswaldo Santana
Codireção: Karen Harley
Roteiro: Oswaldo Santana, Karen Harley, Fernando Fraiha
Pesquisa: Antônio Venâncio e Eloá Chouzal
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho
Montagem: Oswaldo Santana, AMC
Fotografia: Janice d’Avila
Arte: Ricardo H Fernandes
Animação: Gabriel Bitar
Desenho de Som: Fernando Henna, Henrique Chiurciu
Estúdio de Som: Confraria de Sons & Charutos
Mixagem: Daniel Turini, Fernando Henna
Colorista: José Francisco Neto, ABC
Coordenação de Pós-Produção: Beto Bassi
Estúdio de Imagem: DOT Cine
Produção Executiva: Anatalia Lyro, Beatriz Modenese e Isa Colombo
Produtor Associado: João Macedo
Produção de Distribuição: Barbara Sturm
Distribuição: Biônica Filmes e codistribuição Paris Filmes
SINOPSE
É no processo de “arqueologia pessoal”, que se apresenta através das brechas da vida, que a cantora Rita Lee mostra o que todos veem, de uma maneira que ninguém jamais viu: Rita poeta, compositora, instrumentista, escritora, eremita e musa. A vida pessoal de Rita e seu processo criativo são desvendados, revelando, assim, seu talento musical e sua capacidade de metamorfose no palco. A própria Rita guia a narrativa em entrevistas concedidas durante toda a sua carreira e depoimentos recentes e inéditos.
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