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Reviews e Análises

Moonfall: Ameaça Lunar – Crítica

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Eu sinceramente acho que Moonfall: Ameaça Lunar é o filme mais maluco de todos os tempos. E talvez um dos mais divertidos também. Isso, caso você obviamente pratique a suspensão de descrença antes de entrar na sala. Roland Emmerich, o rei dos filmes catástrofes, dessa vez pensou: “como eu posso fazer o maior filme catástrofe de todos os tempos”? E a resposta foi: “que tal se a Lua estacionasse na Terra?”

É basicamente isso o que acontece no filme. Uma força misteriosa desloca a órbita da Lua da Terra e o nosso satélite natural agora está em rota de colisão com nosso planetinha azul, ameaçando toda a vida existente por aqui. Mas é claro que os americanos estão prontos para nos salvar! E aí tem todos os clichês de filmes catástrofe de sempre: o nerd geek (John Bradley) que tem a solução mas ninguém acredita nele, o astronauta piloto renegado e esquecido (Patrick Wilson) e a mulher dona da parada toda (Halle Berry) que precisa juntar esses dois e colocar um plano em ação pra resolver o problema. E aí os três vão contra tudo e contra todos para meter uma missão mais maluca do que o pica-pau, deixando pessoas queridas para trás.

O roteiro desse filme é uma sucessão de situações absurdas, frases de efeito bem safadas, argumentos desconexos e momentos amigos do roteirista, com pitadas de cenas de ação divertidas e efeitos em CGI que poderiam ter sido mais caprichados. O grande problema do filme é que todos no elenco estão levando o filme muito a sério, quando o espectador que deixou o cérebro do lado de fora da sala morre de rir com as esquizofrenias da fita.

Se você for levar a sério as coisas do filme, só vai se irritar e querer sair da sala com as teorias absurdas e frases de efeitos idiotas do roteiro. Então assim: só vai curtir quem entender que o filme é uma comédia. É tipo ver qualquer um dos filmes mais recentes de Velozes e Furiosos. Diversão, pipoca e nenhum cérebro. É pra ir de galera!

Avaliação: 2.5 de 5.
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Reviews e Análises

Mickey 17 – Crítica

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Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.

Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.

No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.

O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.

Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.

Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.

Avaliação: 4.5 de 5.
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Burburinho

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