Reviews e Análises
Maligno – Crítica
O mais recente mestre do terror, James Wan (Jogos Mortais, Invocação do Mal, Aquaman) nos traz mais um filme de arrepiar até as batatas da perna: Maligno. Nele Madison Mitchell (Annabelle Wallis) é uma mulher atormentada por visões de assassinatos horríveis que acabam se tornando realidade.
No filme o uso de jump scares é quase nulo e o terror fica muito mais para o psicológico, regado de gritos e fiação problemática que faz as luzes falharem. O filme é estrelado por Annabelle Wallis (Annabelle, A Múmia), Maddie Hasson (Impulse), George Young (Containment), Michole Briana White (Dead to Me), Jacqueline McKenzie (Palm Beach), Jake Abel (Supernatural) e Ingrid Bisu (Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, A Freira).
No quesito interpretação, alguns momentos do filme deixam a desejar com expressões desproporcionais e canastronas. A trama do filme é muito boa mas a montagem dá pista demais cedo demais para o público desvendar quem é o assassino. Mas isso não deixa o filme menor, suspense bem feito, medo psicológico que faz o público ficar com medo do que a personagem está vendo, para depois mostrar o monstro.
Uma parte muito bem feita foi a fotografia, com tomadas em plano sequência em ângulos não usuais que adicionam à agonia e ansiedade da cena, muitas vezes mostrando o tamanho dos cenários usados, mas sem perder a imersão. Maligno é um baita filme de terror, com doses de filme de terror B que acabam aumentando o quanto o público se diverte com o mesmo.
Reviews e Análises
Mickey 17 – Crítica

Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.
Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.
No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.
O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.
Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.
Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.
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