Reviews e Análises
Espiral: O Legado de Jogos Mortais – Crítica
O filme começa já com uma execução complexa, bem ao feitio da saga de Jogos Mortais, e lança Ezekiel Banks (Chris Rock) em uma busca pelo assassino. Ele conta com a ajuda do novato William Schenk (Max Minghella), e tem que correr contra o relógio para impedir mais assassinatos.
Dirigido por Darren Lynn Bousman, escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, em vários pontos lembra de Seven – Os Sete Crimes Capitais. Principalmente por ser focado nos policiais, mas também pelos presentes que o assassino envia ao detetive. Mas, honrando o subtítulo, os métodos de tortura e assassinato de cada vítima são bem originais e viscerais. Um filme que não se encaixa na prateleira de terror, mas sim no policial e horror.
Um thriller que usa e abusa dos clássicos policiais dos anos 80 e 90, com um roteiro que te faz desconfiar de tudo e de todos e efeitos práticos e visuais de tirar a fome de qualquer um. Foge bastante dos filmes anteriores de Jogos Mortais onde várias pessoas são sequestradas para “participar de um jogo”, mas não perde no quesito entretenimento. Em alguns momentos a urgência do filme parece se perder um pouco, mas pode ser algo planejado para deixar o público respirar. Isso acaba não te deixando na ponta da cadeira torcendo para que as pessoas escapem, mas a sanguinolência das cenas das execuções é bem gráfica.
Reviews e Análises
Mickey 17 – Crítica

Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.
Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.
No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.
O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.
Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.
Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.
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