QueIssoAssim
QIA 356 – A Vida Encontra Um Caminho (Jurassic Park)
Estamos de volta com mais um QueIssoAssim e dessa vez Brunão e Baconzitos recebem Henrique Xaxá e Felipe Trindade (do Passaporte Orlando) para falar de Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, um programa em homenagem a vida e a obra de Sam Neill.
Se junte a nós nessa viagem a uma adaptação literária cheia de curiosidades, bastidores, informação e paixão pelo cinema. Jurassic Park foi lançado em 1993 sob a direção de Steven Spielberg, com Sam Neill, Laura Dern, Jeff Goldblum, Richard Attenborough, Bob Peck, e Samuel L. Jackson.
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Fernando Franciscão
26 de julho de 2026 at 14:04
Fala, galera! Que quentinho no coração foi ouvir este episódio! Jurassic Park é o filme da minha infância! Tinha 9 anos quando minha mãe me levou pela primeira vez ao cinema e assistimos a esta obra prima do titio Spielberg. Concordo com vocês que o filme é mais um terror light do que um filme de aventura, mas, mesmo com 9 anos, não fiquei muito assustado. Na época, o deslumbre em ver os dinossauros de maneira tão realista superou qualquer medo. Recentemente, comprei um box com os 2 livros e recomendo muito a todos! É uma leitura deliciosa e que enriquece muito a estória dos filmes 1 e 2! Forte abraço a todos e vida longa ao Refil!
RAFAEL BERALDO DOURADO
5 de agosto de 2026 at 19:01
Não me esqueço de ter visto um dinossauro vivo pela primeira vez, lá no Studio Center de Santo André nos anos 90. Uma boa comparação seria com quem viu “um homem voar” com o Superman de 78. E é o Spielberg no melhor da sua forma, num filme cheio de dinossauros sanguinários construir uma cena tensa… De um paleontólogo e duas crianças tentando descer duma árvore antes dum carro cair em cima deles!
Só uma birrinha que eu tenho com ficções científicas em geral quando querem “deixar uma importante lição sobre a vida, o universo e tudo mais”, é forçarem algo do tipo a teoria do caos pra justificar o porquê trazer dinossauros a terra foi um equívoco… O caos nesse caso se chama Newman, que podia ganhar pouco, mas em 93 tinha uma imagem de si mesmo digitalizado antes das câmeras digitais pra fazer um protetor de tela acionado por senha errada – e com som, ainda por cima.
Na explicação sobre as questões técnicas, adorei o conceito de “miniatura gigante”.
E sobre como o cinema representa coisas do tipo “hackers” e invasões de sistemas, lembrei do Windows Explorer com Realidade Virtual do Michael Douglas no “Assédio Sexual” com a Demi Moore. O jeito mais ineficiente possível de se guardar um arquivo digital.
E sobre a ausência de penas dos dinossauros do parque, pode ser culpa do DNA da rã que misturaram lá. Mas quem sente falta de penas, pode assistir a versão italiana de Jurassic Park: Chicken Park. Eu vi. Não valeu o preço do aluguel do VHS. Ainda bem que não fui eu que paguei.