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CO2 386 – Novidades do Cinema, Filmes em Cartaz e Lançamentos de Streaming: Dicas Imperdíveis do Que Assistir
Brunão e Baconzitos trazem para você todas as novidades do cinema, com dicas essenciais de filmes em cartaz que estão bombando nas telonas. Descubra o Top 5 Bilheteria da semana, fique por dentro dos lançamentos de streaming mais aguardados nas principais plataformas como Netflix, Disney+, HBO Max e Prime Video, e receba sugestões certeiras para não perder nenhum grande lançamento.
Além das melhores dicas do que assistir, este episódio traz notícias curiosas e divertidas, como a clínica de massagem e algo mais; e da ex-mulher que processou a amante e ganhou. E claro, não poderia faltar a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você quer saber todas as novidades do cinema, conferir os filmes em cartaz e ficar por dentro dos lançamentos de streaming, este episódio é o seu guia definitivo de entretenimento!
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CO2 429 – A Demissão em Massa da OpenAI, Alucinação de IA Quase Gera Guerra e Resident Evil no Topo!
Chegou o momento de atualizar o seu feed com as notícias mais surreais, impressionantes e esperadas da cultura pop, tecnologia, cinema e streaming! 🎧
No CO2 #429, analisamos o ironia absoluta da OpenAI demitindo humanos por usarem IA e o susto militar que quase colocou EUA e China em rota de colisão devido a um chatbot surtado!
Neste episódio você vai ouvir:
- Bizarrices & Tecnologia: A OpenAI demitiu milhares de terceirizados que usavam Inteligência Artificial para treinar… a própria IA (degradando os modelos!) — e o relatório militar gerado por IA que alucinou e quase levou a Marinha dos EUA a interceptar um navio chinês por suspeita de armas nucleares!
- Bilheterias do Cinema: As estreias de Resident Evil dominando nos EUA e a força de Minha Melhor Amiga e Homem-Aranha: Um Novo Dia no Brasil!
- Rapidinhas Nerd: A nova condenação de Harvey Weinstein, o primeiro trailer da animação Ray Gunn de Brad Bird, imagens de The Lord of the Rings: The Hunt for Gollum, o jogo do Sonic salvando a franquia do cancelamento, novidades da fusão Warner/Paramount, e Robert Eggers adaptando Romeu e Julieta!
- Lançamentos no Cinema e Streaming: A chegada de A Queda 2: No Limite, Digger (Tom Cruise e Iñárritu), Protocolo de Extermínio e a versão restaurada de Ran nos cinemas. Nos streamings: Demon Slayer – Castelo Infinito na HBO Max, Lego One Piece e Mononoke na Netflix, e produções no Prime Video, Apple TV+ e Paramount+!
- Túnel do Tempo: Celebrando 30 anos do clássico The Wonders – O Sonho Não Acabou, 20 anos de As Torres Gêmeas e Ela é o Cara, e 10 anos de O Lar das Crianças Peculiares de Tim Burton!
Aperte o play e venha se informar e dar boas risadas com a gente!
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RAFAEL BERALDO DOURADO
17 de novembro de 2025 at 16:06
O cinema não matou o teatro. Quem quase fez isso foi a TV, décadas depois, e o medo era que matasse o cinema. E olha que o cinema “criou” o formato mais retangular possível pra tentar fugir da concorrência com a telinha preto e branco do tamanho de um A4 que precisava esquentar a válvula pra ligar num trambolhão do tamanho duma estante no meio da sala.
Aí agora quem parece estar matando o cinema seria o Streaming? Que já tá debilitando a TV, também, tal qual gradualmente a internet praticamente acabou com o mercado editorial de periódicos.
Ir ao cinema tá caro, mas, sendo justo, eu lembro que sempre foi. Pipoca idem, tanto que contrabandeávamos chocolatinhos roubados da americanas por debaixo do casaco na época que era proibido entrar com comida de fora. Mas as próprias salas de exibição alegam que preço menor – e sem o lucro da pipoca superfaturada 0 a operação toda fica insustentável. E talvez seja, mesmo.
Ir ao cinema era evento, pra justificar só se fosse algo imprescindível de ver na Tela Grande. Um Indiana Jones ou Jurassic Park, algo que o encanto visual fosse arrebatador… Ou um filminho de terror como pretexto pra roubar uns abraços da namorada.
De repente as salas de cinema em períodos de entresafra de conclusão de saga de super heróis ou adaptação de joguinhos de criança sejam destinadas para shows ao vivo de K-pop ou finais de campeonato. E quanto aos estúdios e nossas queridas produções da sétima arte? Eu acredito que a “sala” de cinema não define o formato, e sim o orçamento. Podemos ter mais produções menores mas, quem sabe, boas surpresas mesmo no formato “audiodrama” tão criticado atualmente.
Ah, sim, e os estúdios não ficarem esperando retorno de BILHÕES de dólares o tempo todo também pode ajudar.