QueIssoAssim
QueIssoAssim 328 – Manda Esse Treco de Volta Senão o Bixo Pega (Predador: Assassinos de Assassinos)
No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão, Baconzitos e Plínio discutem sobre o lançamento da animação “Predador: Assassino de Assassinos”.
Uma grata surpresa, a animação da Disney+ traz uma nova expansão do universo dos filmes do Predador, com uma história simples, porém recheada de significados profundos e muita ação e violência.
Neste episódio, saiba quais os filmes do Predador favoritos, quais não servem nem para o cheiro, discuta novas teorias e imagine crossovers impossíveis!
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Alex Garcia
18 de junho de 2025 at 13:38
Olá galera tudo bom? não deixaria de comentar dessa obra, um dos designer de monstro que mais curto, seja pela variação da raça, arma e estratégia de caça. Como disse o Brunão: “eu quero mais!!!!”…botaram o pirulito na nossa boca(LÁ ELE), só vem!
Quero comentar em cada episódio, o primeiro (Escudo), quando o moleque morre ele diz: “matou o monstro mãe?”, eu quero acreditar que foi uma licença poética por ser uma afirmação dúbia, porque a mulher comenta com o filho antes de se vingar, na fogueira com o filho ela disse que a raiva, o ódio dela era como um monstro com garras que abraçava o coração dela.
O segundo episódio (Espada), os irmãos já grandes, o samurai e o ninja, na sala do rei lutando, a cena pega um ângulo do ninja na pose no tatame debaixo pra cima onde dá para ver o telhado no breu, este no centro da imagem e a pose do ninja mais no canto, mostrando que o bicho tá lá, só observando.
Por último (a bala), fiquei pensando: “porque o predador não atirava com laser da nave dele e derrubava logo os aviões?” usando de gancho, rede e afins?! ,caiu a ficha, o simples prazer da caça, com o laser acabava ali e pronto, mas com gancho e rede era como se matasse pássaros, voando e focando um por um, muito foda!!
Escrevi demais, desculpa galera, abraços a todos, sucesso e que venha mais dessa obra para nos deleitarmos.Abraços
RAFAEL BERALDO DOURADO
23 de junho de 2025 at 15:33
Só assisti ao filme porque vi que tinha um episódio sobre e olha, obrigado, senão teria perdido essa pérola. Que animação bonita, fluída, um 3D estilizado que conversa muito bem com a ação proposta e não fica “preso” no realismo (apesar do respeito a anatomia dos personagens etc). Mas confesso que a parte dos japoneses me perdeu um pouco, eu não consegui ligar a briga das crianças com o véio careca e o que tava acontecendo depois, talvez justamente por ser o único segmento que não botaram diálogo nenhum (e por eu pessoalmente não ter muito interesse em específico em histórias de samurais etc). E as cenas das batalhas aéreas no segmento americano mereciam ser vistas no cinema!
Terminei o filme querendo ver mais das outras coisas de Predador que eu não assisti (o que não foi basicamente nada desde alguma reprise do segundo filme lá nos anos 90).
E já pensou se o Arnoldão tá lá no meio da criogenia? Velho, mesmo, vai que o segundo predador veio pra Terra justamente pra buscar ele (e não achou) e aí veio um terceiro só que anos depois?
Melo Rego
26 de junho de 2025 at 18:02
Que grata surpresa essa animação, só fiquei sabendo quando saiu o cast, vocês falaram sobre viajem no tempo, mas minha teoria é que eles capturam os campeões através do tempo e deixam em criogenia, e despertando pra lutar naquela arena, então aqueles 3 foram capturados em épocas diferentes, e despertados no momento presente pra lutarem entre si, e o melhor luta com o rei, como se fosse um rito de afirmação do reinado dele, gostei bastante do podcast, o título serve tanto para os humanos quanto para os predadores, porque sempre que eles enfrentam um campeão nosso dá ruim pra eles.