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Reflix 131 – The Acolyte – S01E08

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E no último episódio de Reflix sobre a primeira temporada de The Acolyte, Brunão e Baconzitos ainda contam com a presença do amigo Nick Ellis para conversam sobre os momentos finais da série, a aparição de conhecidos personagens e tentar entender porque foi escrita uma série de Star Wars de forma tão capenga.

Em The Acolyte, cem anos antes do Episódio I, acompanhamos uma investigação comandada pelo Mestre Jedi Sol (Lee Jung-jae). Após um assassinato, Sol deve enfrentar uma guerreira misteriosa (Amandla Stenberg) que busca vingança, ao mesmo tempo em que se vê obrigado a confrontar suas escolhas do passado.

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3 Comments

3 Comments

  1. Felipe Trindade

    19 de julho de 2024 at 10:05

    Caramba, Zitos é o rei do pano, a casa dele deve ser lustrada de tanto que passa pano hahahaha!!! Essa série pra mim ficou como um grande potencial desperdiçado. Por baixo, bem lá no fundo, os conceitos que deram origem a toda a série são muito interessantes e seriam legais de vermos nas telas, mas isso foi completamente estragado com um desenvolvimento pífio, personagens desinteressantes e mal desenvolvidos, incoerências de ações e falas que se contradizem dentro do mesmo episódio, direção e montagem fraca que não sabe dar rítimo aos episódios, atuações fracas especialmente da atriz princial e da Venetrsa que parece uma porta… só salvaram as boas coreografias de luta, e as personagens Sol e Quimr que foram interessantes, mas pelo amor dos deuses Mortis, que série ruim da porra! é um desserviço a Star Wars uma série ruim dessa.

  2. Rafael Beraldo Dourado

    20 de julho de 2024 at 10:01

    “É que o povo não lê.”

    Taí um problema frequente quando alguém quer dar continuidade a alguma franquia: Por um lado, respeitar o cânone, por outro, não pressupor que todo mundo consumiu tudo o que foi prozudido. “Ah, mas é falado no episódio 3”. Pois é, falado. Um nome, uma frase, num diálogo enfadonho. Ao menos isso a série da Asohka fez melhor: Tudo o que “precisava saber” das animações, bem ou mal eles botam em tela durante a série. Os acolitenses criam o que seria o “grande momento” de revelação mostrar algo que só os fãs mais antigos (que já estavam de má vontade com tudo o que tinha sido feito até então) entenderiam.

  3. Allan G. G. Silva

    29 de julho de 2024 at 09:23

    Olá senhores!

    Gostaria de agradecer a grande cobertura que fizeram de Acólito!

    Falando por MIM gostei da série, mas eu sou um recém convertido, então não tenho um laço emocional profundo com Star Wars e nem um arcabouço cronológico que vocês tem.

    Dito isso, pra mim filmaram uma espécie de rascunho do roteiro, sem a devida revisão para aparar as arestas dando mais coesão ao produto final.

    Ao que me parece, eles tinham uma história pra contar, um enredo que era interessante mas que a execução não comportou a idéia. Focarem no destino em vez da jornada foi o maior erro que cometeram. Outro ponto negativo foi tentarem dar um ‘ar de mistério’ nos primeiros episódios tentando esconder que eram Gêmeas, pra já entregar esse plot no segundo episódio.

    Já o maior acerto foi o foco nos erros dos “infalíveis” Jedis, e como a tentativa de manter o ‘Status quo’ foi o início do fim, de diversas formas.

    Agora que temos toda as peças podemos ter um vislumbre do potencial que tinha essa história e porque muita gente não gostou dessa série. E preciso dizer que não estou entre essas pessoas.

    Se vcs me permitem eu gostaria de opinar o que eu gostaria de ter visto, minha ‘revisão do rascunho’ por assim dizer.

    Como já apontado por outro comentário, acho que o episódio do flashback do Sol deveria ser o primeiro. Daí teríamos mais “base” pra achar que a Mei era no mínimo uma ameaça ao segredo do grupo.

    Outra coisa que mudaria seria a Mestra Trinity. Pra que desperdiçar uma atriz fantástica num papel tão pequeno?

    Daí segue a série com primeira aparição da Mei no bar. Mas em vez da Trinity seria o padawan dela, já como cavaleiro Jedi. Assim parte do que vimos com a mestra verdinha transfere pra Trinity.

    E podemos usar melhor o tempo de tela pra desenvolver os personagens e a jornada da Trinity. Por exemplo;vez de ter um episódio inteiro de Lagoa Azul, troca pra Trinity rastreando o Quimir e a Osha. E por acaso ela encontra o Darth Plagueis que também estava rastreando o Quimir. Ela engaja num duelo contra ele e “morre”. E assim teríamos um aproveitamento melhor da Trinity e uma aparição mais digna para o Mestre Sith.

    E por fim, o Primeiro Flashback o das meninas, seria a Mei entrando na mente do Sol e mostrando o ponto de vista dela. E isso explicaria o Sol doido atrás da Mei no episódio final e de certa forma ter ficado ainda mais bitolado na idéia de que ele está certo até o final. No final a mestra verdinha tem que contar a história, lidar com o senado, com a Mei desmemoriada, com o “desaparecimento” da Trinity e fazendo o relatório para o Yoda; abrindo caminho com essas ponta soltas para uma segunda temporada, onde aí sim a mestra verdinha teria um protagonismo maior.

    Deixando de lado minha edição da série, preciso falar que mesmo com pontos baixos muito profundos, (tipo uma lagoa bem azul); gostei da série, de muito do que foi apresentado e do que me apresentou do Universo de Star Wars.

    E eu verei a segunda temporada caso ela seja produzida.

    Novamente obrigado pelo conteúdo excelente de sempre, e espero de coração ver o Brunão de Sunguinha e troféu na mão!

    Que a força lhes conceda uma vida longa e próspera!

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Reflix 187 – Lanternas volta ao presente e transforma a morte de Hal Jordan em seu maior mistério

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Reflix 187 analisa o episódio 6 de Lanternas e o mistério sobre quem matou Hal Jordan

Depois de cinco episódios explicando como tudo deu errado em Rushville, Lanternas finalmente volta ao ponto onde começou.

Dez anos se passaram.

John Stewart abandonou os Lanternas Verdes.

Hal Jordan passou uma década na prisão.

Guy Gardner agora carrega o anel.

E Hal está morto.

No Reflix 187, Brunão e Baconzitos mergulham em “Bad Optics”, sexto episódio da série da HBO Max e capítulo que recoloca no centro da história a pergunta apresentada logo na estreia:

quem matou Hal Jordan?

Dez anos depois, John Stewart tentou seguir em frente

A série nos reencontra com um John Stewart completamente diferente daquele que acompanhamos em 2016.

Ele deixou os Lanternas para trás, voltou à arquitetura e construiu uma empresa ao lado do irmão. Sua nova vida parece representar justamente aquilo que ele escolheu quando devolveu o anel:

ser John Stewart antes de ser um super-herói.

Só que Rushville nunca ficou realmente no passado.

Quando sua mãe diz que Hal Jordan voltou à cidade e quer conversar com ele, John é puxado novamente para aquele lugar — e para tudo aquilo que passou dez anos tentando esquecer.

O reencontro entre os dois está muito longe de ser uma reconciliação.

Hal cumpriu pena pelo desastre ocorrido em Rushville e voltou ao local carregando suas próprias cicatrizes. John continua responsabilizando o antigo mentor pelo que aconteceu.

A conversa rapidamente degringola.

E pouco depois Hal Jordan aparece morto.

Quem matou Hal Jordan?

É aqui que Lanternas recupera de vez sua proposta de investigação.

A perícia aponta que Hal morreu com um único disparo de arma de fogo, sem sinais de luta.

Só que existe um problema enorme:

John Stewart havia acabado de agredi-lo.

Isso imediatamente coloca John próximo demais do crime — ainda que a investigação não o trate simplesmente como culpado.

A partir daí, o episódio transforma a morte de Hal em um quebra-cabeça cheio de possibilidades.

Quem sabia que ele estava em Rushville?

Por que Hal parecia estar com medo antes de morrer?

O que ele havia descoberto?

E será que sua morte realmente tem relação com os acontecimentos de dez anos antes?

No Reflix 187, Brunão e Baconzitos voltam ao modo detetive para discutir pistas, suspeitos e possibilidades.

Guy Gardner finalmente entra na história

E aí chega Guy Gardner.

Interpretado novamente por Nathan Fillion, o Lanterna Verde que já conhecemos do novo DCU aparece agora como sucessor de Hal Jordan.

E ele é exatamente o Guy Gardner que deveríamos esperar.

Arrogante.

Convencido.

Barulhento.

E completamente satisfeito em ser o atual Lanterna Verde da Terra.

A interação entre Guy e John é um dos grandes destaques do episódio. Os dois se provocam o tempo inteiro, mas existe uma tensão muito específica por trás disso:

Guy só ocupa aquele lugar porque John recusou o anel.

John faz questão de lembrá-lo disso.

E Guy, por mais que tente disfarçar, sabe que é verdade.

Lanternas finalmente abraça o DCU

O sexto episódio também começa a conectar a série muito mais diretamente ao universo compartilhado da DC.

John menciona os acontecimentos de Metrópolis.

Hal ironiza Guy Gardner e seu papel como super-herói.

Batman é citado.

E Lanternas deixa de parecer uma história completamente isolada para mostrar que esses personagens realmente habitam o mesmo mundo de Superman e dos demais heróis.

Mas o interessante é que essas conexões não engolem a trama.

O episódio continua sendo, acima de tudo, uma história sobre John, Hal e as consequências daquilo que aconteceu em Rushville.

Carol Ferris finalmente aparece

O funeral de Hal também apresenta uma personagem importantíssima para qualquer fã do Lanterna Verde:

Carol Ferris.

Nos quadrinhos, Carol é uma das figuras mais importantes da vida de Hal Jordan e possui uma longa história própria ligada ao espectro emocional e às Safiras Estrela.

Aqui, sua participação é pequena, mas suficiente para mostrar que ela também fez parte da vida de Hal.

E sua presença torna o funeral ainda mais estranho.

Porque praticamente ninguém aparece.

Depois de uma vida como um dos maiores Lanternas Verdes, Hal Jordan é enterrado diante de pouquíssimas pessoas.

É uma despedida quase melancólica para alguém que passou boa parte da vida acreditando que seria lembrado como uma lenda.

E tem mais: Sinestro está solto

Guy também entrega uma informação que não pode ser ignorada:

Sinestro escapou da prisão.

A série ainda não afirma que ele tenha qualquer envolvimento com a morte de Hal.

Mas dificilmente uma informação dessas aparece por acaso.

Sinestro conhece Hal.

Conhece os Guardiões.

Conhece os segredos dos Lanternas.

E, principalmente, tinha todos os motivos para voltar a cruzar o caminho do antigo pupilo.

No Reflix 187, Brunão e Baconzitos discutem se isso é uma pista legítima ou justamente aquilo que a série quer que o público suspeite.

John Stewart desenterra Hal Jordan

E então chegamos ao momento mais bizarro — e provavelmente mais interessante — do episódio.

John descobre que Hal deixou informações protegidas que só poderiam ser acessadas com sua própria voz.

Mas Hal está morto.

A solução?

Desenterrar o cadáver.

John abre o caixão, pega o anel de Hal e usa a pouca energia restante para ativar aquilo que podemos chamar de Halogram: uma cópia holográfica de Hal Jordan armazenada no anel.

E a primeira coisa que o holograma vê é…

seu próprio cadáver.

O episódio termina ali.

John Stewart agora possui uma espécie de versão digital de Hal que pode ser justamente a chave para descobrir o que aconteceu antes de sua morte.

Hal Jordan pode resolver o próprio assassinato?

Essa é a grande ideia que Lanternas coloca sobre a mesa para os dois episódios finais.

Hal está morto.

Mas talvez ainda consiga contar sua própria história.

O Halogram sabe quem o matou?

Ele possui as memórias de Hal?

Consegue acessar informações que o verdadeiro Hal tentou esconder?

O que existe no cofre?

E por que Hal Jordan parecia tão assustado quando voltou para Rushville?

Depois de fechar o arco dos Caçadores Cósmicos, Lanternas retorna ao mistério policial que apresentou desde o começo — só que agora conhecemos todas as cicatrizes que levaram seus personagens até esse momento.

🎙️ No Reflix 187, Brunão e Baconzitos analisam a morte de Hal Jordan, o salto temporal de dez anos, a estreia de Guy Gardner na série, a participação de Carol Ferris, a fuga de Sinestro e o surgimento do misterioso Halogram.

Quem matou Hal Jordan? Sinestro está envolvido? Guy Gardner funciona dentro da dinâmica da série? E o que Hal escondeu antes de morrer?

Dê o play e venha investigar com a gente.

⚠️ ATENÇÃO: o Reflix 187 contém spoilers completos do sexto episódio de Lanternas.

💚 Reflix 187 – Lanternas: análise do episódio 6

E conta para a gente:

quem você acha que matou Hal Jordan?

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