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QueIssoAssim 292 – Um Grande Propósito (Loki Season 2)
Loki Temporada 2 está entre nós e finalmente tivemos mais um conteúdo bom da Marvel nesse ano para podermos discutir. Mas depois de sofrermos tanto com Invasão Secreta e outros filmes ruins do MCU, a Marvel acertou a mão. E trouxe Loki para a sua redenção definitiva.
Então neste episódio de nosso podcast QueIssoAssim, Brunão, Baconzitos e uma das variantes do Artur convidam o amigo Nerdmaster para conversar e debater o que funcionou e o que não funcionou na Temporada 2 de Loki.
Nesta temporada somos apresentados ao conceito de Ouroboros, ficamos matutando sobre viagem no tempo, loop temporal, entre outras diversas coisas. Mas um final gigantesco e épico fizeram a jornada toda valer a pena.
A primeira temporada nós comentamos episódio por episódio e você pode ouvir todos eles aqui.
Loki é uma série do Disney+ e conta a história de como o Deus da Trapaça, Loki Laufeson, passa por uma jornada de transformação pessoal. Mas luta contra o tempo para salvar a AVT junto ao seu amigo Mobius, enquanto enfrentam a ameaça de Aquele Que Permanece.
A série é criada por Michael Waldron e estrelada por Tom Hiddleston, Owen Wilson, Ke Huy Quan, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku, Gugu Mbatha-Raw, Eugene Cordero e Jonathan Majors.
Se você tiver interesse de ler os arcos de histórias em quadrinhos do Loki, clique aqui.
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Livros em Cartaz
Livros em Cartaz 107 – A Liga Extraordinária
O que acontece quando os personagens da literatura vitoriana são reunidos para salvar o mundo de uma conspiração misteriosa?
Neste episódio, Gabi e Andreia embarcam em uma aventura guiada por Alan Moore e Kevin O’Neill, que reúne personagens como Mina Harker, Allan Quatermain, Dr. Jekyll, Capitão Nemo e Hawley Griffin: A Liga Extraordinária.
Então, embarque conosco no Nautilus e venha ouvir — porque, quando o mundo está em perigo, até os personagens mais improváveis precisam trabalhar em equipe.
Comentado no episódio
- Drácula, romance de Bram Stoker
- Livros em Cartaz #065 – Drácula
- As Minas do Rei Salomão, romance de H. Rider Haggard
- As Minas do Rei Salomão (1985 ‧ Aventura/Ação ‧ 1h 40m) filme dirigido por J. Lee Thompson
- As Vinte Mil Léguas Submarinas, romance de Júlio Verne
- 20.000 Léguas Submarinas (1954 ‧ Infantil/Aventura ‧ 2h 7m), filme dirigido por Richard Fleischer
- O Médico e o Monstro, romance de Robert Louis Stevenson
- Livros em Cartaz #086 – O Médico e o Monstro
- Homem Invisível, romance de H. G. Wells
- O Homem Sem Sombra (2000 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 1h 52m) de Paul Verhoeven
- O Homem Invisível (2020 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 2h 5m) de Leigh Whannell
- Assassinato da Rua Morgue, conto de Edgar Allan Poe
- Os Assassinos da Rua Morgue (1932 ‧ Terror/Mistério ‧ 1h 2m) filme dirigido por Robert Florey
- Os Primeiros Homens na Lua, romance de H. G. Wells
- Os Primeiros Homens na Lua (1964 ‧ Ficção científica/Aventura ‧ 1h 43m) filme dirigido por Nathan Juran
- O Problema Final, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Moriarty)
- A Aventura do Intérprete Grego, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Mycroft)
- O Retrato de Dorian Gray, romance de Oscar Wilde
- Livros em Cartaz #085 – O Retrato de Dorian Gray
- As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
- As Aventuras de Tom Sawyer (1938 ‧ Aventura/Comédia ‧ 1h 31m) dirigido por Norman Taurog
- The Zayat Kiss, conto de Sax Rohmer
- O Rosto de Fu Manchu (The Face of Fu Manchu, 1965), de Don Sharp (estrelado por Christopher Lee)
- Moby Dick, romance de Herman Melville
- Moby Dick (1956 ‧ Aventura/Drama ‧ 1h 56m) dirigido por John Huston e com roteiro de Ray Bradbury
Ordem recomendada de leitura
- A Liga Extraordinária – Volume I (Ambientado em 1898)
- 2. A Liga Extraordinária – Volume II (Ambientado em 1898, com trama inspirada em A Guerra dos Mundos)
- 3. O Dossiê Negro (The Black Dossier, ambientado em 1958)
- 4. Trilogia Nemo (Spin-off focado em Janni Nemo, filha do Capitão Nemo):
- Coração de Gelo
- Rosas de Berlim
- Rios de Fantasma
- A Liga Extraordinária: Século (Century)
- Século 1910
- Século 1969
- Século 2009 (também encontrados reunidos na edição compilada Século Integral)
- A Liga Extraordinária: A Tempestade (The Tempest – arco final da série)
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Rafael Beraldo Dourado
22 de novembro de 2023 at 22:31
Em De Volta para o Futuro 2, quando o Biff velho volta para 1955 para entregar o almanaque pra ele mesmo do passado, ele não deveria retornar ao mesmo ponto que o Doc e o Martin estavam em 2015, já que supostamente aquele futuro deveria ser o que aconteceu depois da entrega do diário. Com algum esforço a gente pode supor que a mudança do tempo é gradativa, como de fato foi no primeiro filme, e o Biff chegou no futuro antes de “dar tempo” dos efeitos da mudança dele acontecerem. Mas isso é a gente tentando salvar um furo em viagem no tempo. Não existem caracteres no mundo suficientes pra explanar todos os furos de regras de viagem no tempo da série Dark, que ignora as próprias ainda no final da primeira temporada.
Dito isso….
Como o Loki adquiriu o “timeslep”? Do nada? Uma dádiva dos ninjas? Mau funcionamento do timepad da Sylvie quando o joga longe? Ele sempre pôde viajar no tempo e foi a morte daquele que permanece que destravou o poder dele? Uma linha, uma mísera linha de diálogo poderia ter dado uma justificativa além de que “por alguma razão Palpatine voltou”.
Por que o salto temporal aleatório reaparece depois que ele tinha sido curado? Ou não foi? Se não foi, o primeiro episódio serviu só pra apresentar o assistente do Indiana Jones? Que futuro foi aquele que ainda tinha a marca do dedo do Owen Wilson na máquina? Por que as vezes ele aparecia de frente pra ele mesmo, e as vezes ele aparecia dentro dele mesmo? Aleatório? Ou foi porque ele aprendeu a usar?
Em tempo: Eu gostei da série, muito mais da primeira temporada (sim, minha balança pende para o que é mais engraçado). Mas não gosto de solução tirada do nada. Se tá impossível de entender é porque ou foi mal explicado ou porque quem escreveu não sabia também. Isso é bem comum em Doctor Who, e até lá me irrita um pouco. Aliás, a série do Loki é um Doctor Who da Marvel, com várias piadas dessas de cotidiano crítica a burocracias etc. Mas isso é um elogio.
Agora, se eu não estiver enganado, o Kang fala “até breve” não pro Loki, e sim pra Sylvie, assim que ela enfia o punhal nele.
Outra coisa irritante: A Ravona foi quem desintegrou o Owen Wilson, e ela ainda tá brava com ele, quando deveria ser o contrário! A personagem dela ficou totalmente jogada na série. De graça.
E sobre o loop temporal de quem criou o manual… Foi o Kang “original” que permanece. Afinal, é ele que instrui a Ravona a deixar uma cópia com uma variante dele – e, no final, pra quê? Não ia tudo colapsar de qualquer maneira? Afinal, aquele Victor é de uma timeline ramificada, como eles fazem questão de mostrar no letreiro no começo do episódio (mas eu gostei dele ser trambiqueiro, achei divertido).
Enfim, só pra dizer que viagem no tempo não é desculpa pra deixar coisas sem resposta só “porque sim”. Dava pra trocar todas as falas da Sylvie por explicações mais coerentes sobre como tudo aquilo lá funciona.