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QueIssoAssim 255 – Você Conhece o Meuca? (O Vingador Tóxico)

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Desculpa gente. Mas era inevitável. Uma hora ou outra teríamos que falar desse clássico trash. Melhor que fosse logo agora. Neste episódio, Brunão e Baconzitos convenceram Plínio e o convidado Felipe do Passaporte Orlando a falarmos sobre O Vingador Tóxico, pérola trash da Troma Entertainment.

Nesse episódio aprenda a decorar um set de filmagem com contexto, preencha o fundo de cena com todos os seus amigos, escreva um roteiro sem pé nem cabeça, monte o filme e chute a continuidade para Marte e peça a todos os seus atores para interpretarem parecendo que estão drogados. O sucesso vem!

Assista o filme primeiro! Clique aqui!

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5 Comments

5 Comments

  1. Valdir

    26 de maio de 2022 at 14:34

    Eu não o porquê vocês reclamaram tanto no começo desse programa, pois só riram do começo ao fim.
    As pessoas precisam entender a genialidade da Troma. Não é que não se deve levar a sério. Os filmes não são feitos seriamente, porque quem assiste deveria achar sério?
    O negócio é se divertir, o filme têm putaria cine privê, lições de moral, tem amor, tem natureza, tem comédia, cega que curte “gato mia”. Uma série de elementos que provavelmente o remake vai cagar em cima em pró de um realismo artificial e superficial.
    Quem venham mais programas com filmes da Troma.
    Abraços do Meuca

  2. Rafael Beraldo Dourado

    26 de maio de 2022 at 19:30

    O que eu deveria estar fazendo? Eu deveria estar trabalhando.
    O que eu estou fazendo? Trabalhando, mas com uma tela aberta pequenininha aqui do lado exibindo O VINGADOR TÓXICO (LEGENDADO / VHSRIP). Tem um detalhe na trama da Troma que vocês esqueceram de citar que é o fato do protagonista ter passado a vida inteira em contato com produtos tóxicos por conta da natureza do seu trabalho de faxineiro. O que faz com que não foi somente o incidente com o caminhão que causou a mutação. Um artifício de roteiro que iriam usar futuramente no filme do Hulk do Ang Lee.
    Sobre ser ou não ser uma comédia, os barulhinhos da sonoplastia já indicam isso muito claramente. E as interpretações são, de fato, ímpar. Pra dizer o mínimo.

  3. Rafael Beraldo Dourado

    26 de maio de 2022 at 19:35

    O parceiro do Bozo, aliás, parece o Stifler (de American Pie)

  4. Rafael Beraldo Dourado

    26 de maio de 2022 at 19:43

    São vários flashes mas só uma foto porque, afinal, o som e a luz do flash é muito mais barata que a revelação (mesmo que só polaroid).

  5. Eduardo Ritalino

    30 de maio de 2022 at 19:44

    Fala galera do Refil, finalmente vocês tiraram um tempo para falar e valorizar uma das maiores OBRAS PRIMAS da sétima arte que é o Vingador Tóxico, um filme antológico que deu inicio a esse maravilhoso estúdio independente chamado TROMA!
    E digo que este filme tem apesar de ser trash tem muito valor como obra, não só por ser independente mas por ter varias coisas realmente interessantes por exemplo esse filme é usado até hoje como exemplo de como usar o princípio dramático conhecido como “A arma de Chekhov”, os diretores desse filme conseguirem executar bem a ideia de que tudo que é mostrado com destaque tem uma importância no filme na cena da lanchonete é o maior exemplo disso que antes do assalto ocorrer eles filmam todo o ambiente, mostram os funcionários trabalhando com a maquina de milkshake, a fritadeira, a decoração e mostram as 2 espadas na parede e depois tudo que é mostrado antes de ocorrer o assalto tem uma importância quando começa o conflito com o Vingador. Excelente uso da arma de Chekhov.
    Outro ponto interessante de observar a relação do monstro com a câmera. Desde o início, O Vingador Tóxico não tem medo de explorar o grotesco visualmente, o que já fica claro quando os valentões da academia que perseguem o Melvin estouram a cabeça de um menino andando de bicicleta na rua por diversão, Mesmo assim inicialmente, o plano evita o rosto da criatura, sempre procurando mostrar ele de costas ou de algum outro ângulo. Mesmo neste universo tão livre de pudor, o protagonista ainda é uma aberração para a lente. Porém, conforme ele vai fazendo boas ações e tendo uma relação genuína com uma menina cega (o maior clichê possível no gênero de monstros), vemos mais de seu rosto deformado, dai pra frente suas ações passam a valer muito mais do que a aparência.
    Por ultimo para finalizar queria dizer que acho maravilhoso o fato de que quando o Melvin vira o Vingador mudam o ator pra um cara mais alto e forte e a voz dele foi toda dublada e mixada de forma errada deixando ela mais alta que o restante do filme dando um toque um charme a mais no personagem.

    É isso por hoje galera do Refil, façam mais episodios de filmes assim!

    ps: achei um absurdo os convidados do programa desdenharem do filme sendo que ele tem 70% de aprovação no Rotten Tomates(e eu não estou brincando), fico feliz que a dupla Zitãozinho & Brunororó estavam valorizando o filme

    pss: Vingador Tóxico muito melhor que Multiverso da Loucura

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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia

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Brunão, Baconzitos e Felipe Trindade comentam Homem-Aranha: Um Novo Dia no QueIssoAssim 357

O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.

No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.

O Homem-Aranha está de volta à vizinhança

Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.

Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.

Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.

Hulk e Justiceiro entram na confusão

Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.

De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.

E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.

Um novo dia ou os mesmos problemas?

Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.

O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?

Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.

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