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QueIssoAssim 200 – Infectados de Vida (À Espera de um Milagre)
No Episódio 200 do QueIssoAssim, nosso time completo se reúne para conversar sobre um dos filmes mais maravilhosos de todos os tempos: À Espera de Um Milagre! Junte-se a Brunão, Miotti, Artur, Xaxá, Marina e Baconzitos, para comemorarmos um número tão importante em nossa história, celebrando um filme tão incrível.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Luiz Borges
11 de agosto de 2020 at 17:37
Que episódio FODA. Só pra variar.
Tive que rever o filme e acabei suando pelos olhos…
Não lembro se vocês comentaram no episódio, mas uma das partes que me chamou a atenção foram os ensaios antes das execuções. Tenso.
E no final do filme, quando Paul conta que tem 180 anos e que viveu pra ver coisas incríveis, um outro seculo passando, mas também teve que ver os amigos e entes queridos morrendo no decorrer dos anos, e que também vai ver a sua amiga morrer. Ele diz que é a sua maldição é saber que estará aqui pra ver… é a punição, e a expiação por deixar John ser eletrocutado, por matar um milagre de Deus.
Essa fala, no meu entender, define porque traduziram o nome do filme para À espera de um milagre.
Ao meu ver faz todo o sentido, porque Paul é quem está à espera do milagre de morrer, e finalmente descansar eternamente.
Desculpem aí se me alonguei demais.
Um forte abraço e sucesso para o Portal Refil
Guilherme Frediani
12 de agosto de 2020 at 10:28
Ô diabo! 200 QueIssoAssim!
Como o tempo passa, nem parece que foi a 8 anos atrás que conheci vocês, ainda no (finado, ressuscitado, finado novamente) Jurassicast…
Brunão, Miotti, Baconzitos, Arthur, Xaxá, Marina; vocês são sensacionais.
Continuem assim, queremos mais!
RAFAEL BERALDO DOURADO
12 de agosto de 2020 at 12:01
Esse filme foi um grande impacto pra mim na época. Pela experiência como um todo – minha lembrança é que demora um tempão pro milagre chegar e dá pra se relacionar com todos que estão ali – inclusive o índio, o primeiro a ir pra cadeira elétrica. E com exceção do Billy The Kid (e do milagre), não sabemos os crimes que os demais cometeram. E nem importa. Mas todos os personagens despertam algum nível de simpatia (menos, claro, os dois “vilões”, o guarda que veio por indicação e o Billy The Kid).
E ter sido inspirado (mais ou menos) numa história real – um garoto negro condenado a cadeira elétrica e que, décadas depois, foi inocentado (quando não dava mais tempo de se retratar).