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QueIssoAssim 244 – Vai Ligar Pra Quem? (Ghostbusters Mais Além)
Fuééééééé´Fuééééééé´! É no som da sirene do ECTO1 que chegamos com mais um QueIssoAssim! Dessa vez com o mais do que especial Ghostbusters Mais Além, um filme que é um abraço nos fãs do filme original. Neste episódio Brunão e Baconzitos convidam o querido Alexandre Nerdmaster, para conversarem sobre todos os detalhes do novo filme da franquia Caça-Fantasmas! ATENÇÃO! Programa recheado de SPOILERS!
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
3 de dezembro de 2021 at 21:02
“Se você ainda não viu, vá ao cinema ver”. E se já viu, VÁ DE NOVO!
O começo do episódio já fez um favor pra mim igual o filme: Começou com a trilha incidental do tã, tã tã, tã dã tã tããã…
Eu uso um cover dessa música nas trilhas incidentais dos Sapo Brothers!
Rafael Beraldo Dourado
3 de dezembro de 2021 at 21:19
Em defesa do Nerdmaster, a filha do delegado deve ser maior de idade porque quando faz o “trote” com o StrangerThing quando ele tá preso: dizendo que se ele malocasse algo pra ela ele não pegava cana.
E a protagonista mini-Egon: que graça de menina. Encantadora! Uma graça!
E acho que a mãe dos protagonistas merecia alguns elogios também. Além da personagem ser divertida também.
Rafael Beraldo Dourado
3 de dezembro de 2021 at 23:04
A informação sobre o dublê de corpo do Egon me arrepiou aqui até o último fio de cabelo que nem tava na cabeça.
Rafael Beraldo Dourado
4 de dezembro de 2021 at 07:45
Que episódio incrível! Que filme incrível! Que calorzinho no coração! Que abraço apertado que nos deram.
A cara do Bill Murray e do Dan Aykroid olhando o fantasma atrás deles… Eles olham, viram o rosto, aí olham de novo… Num tom meio de deboche, incredulidade, “era mesmo pra isso estar acontecendo?”
ERA!
Minha raiva aqui é pensar que essa continuação já poderia ter acontecido com TODO o elenco principal há anos não fosse todas essas picuinhas. E uma curiosidade, num dos roteiros dessas tentativas o personagem do Bill Murray estaria morto e seria um fantasma (como uma condição que ele impôs e aí iam e refaziam o roteiro pra agradar e ele recusava de novo mesmo assim – pelo menos é o que vazava na mídia especializada).
Uma dúvida que ficou… O Winston ficou rico… Fazendo… O QUÊ?
Ainda sobre a obstinação do Egon com o Gozer… Isso parece muito mais algo que o Ray faria, já que o Egon não parecia tão “alheio ao mundo ao redor” (no primeiro filme dá pra ver a malícia dele pra negociar o aluguel do QG ou nas interações com a Janine.. E no segundo, ele fazendo os experimentos comportamentais quando a Signone Weaver vai procurá-lo). Inclusive no aspecto emocional (de acompanhar a filha a distância).
Mas se qualquer coisa fosse diferente talvez o filme não ficasse tão bom. Agora ainda temos pelo menos 46 episódios de podcasts pra entrar de vez nesse universo!
PATRICIA MARIANO ANDRADE
6 de dezembro de 2021 at 22:11
Sério, arrepiei quando o Egon segurou a mão da neta.Rolou uma lagriminha e acho que só faltou o Rick Moranis mas acho tb que o Paul Rudd o representou bem o papel de Cdf que vira cachorro.