15 de março de 2019 Reviews e Análises




“Vingança a Sabgue frio” conta a história de Nels Coxman (Liam Neeson), motorista de trator e eleito cidadão do ano na cidadezinha de Kehoe, que tem o filho assassinado, só que até então em circunstâncias misteriosas e, na busca por respostas, adentra o submundo do crime na região. Sem o conhecimento da esposa (Laura Dern), ele caça os responsáveis pela morte do garoto, membros da máfia de Denver encabeçada por um homem conhecido apenas como Viking (Tom Bateman). No processo, acaba indiretamente causando uma guerra entre seus alvos e a máfia nativo-americana.


Como sempre umas das melhores conclusões a se chegar é de que definitivamente Liam Neelson é um péssimo pai, por que todos os filmes protagonizado pelo ator, seguem a mesma premissa de filhos mostos ou desaparecidos, onde Neelson tem que fazer vinganca.... Seguindo esse clichê de “vovô badass” o filme não nos apresenta o melhor dos roteiros, mas a forma de apresentar os personagens é de fato interessante.




Uma das coisas mais legais do filme é ver o processo de vingança do personagem de Neelson e a forma como a máfia vai se desfazendo, apesar de que é tão surreal a forma como apenas UM senhor consegue fazer uma das máfias mais perigosas desaparecer um a um, numa matança enlouquecida e “a sangue frio”, de fato o nome do filme é bem representado.

A direção fica por conta de Hans Petter Moland, que não surpreende e cai na mesmice principalmente repetindo algumas coisas (constantemente ...) a estética do do filme agrada, o cenário é lindo e a iluminação está bem feita porém algumas coisas parecem querer forçar muito a barra. A maquiagem é um ponte interessante nesse filme até porque algumas mortes São bem explícitas e a maquiagem trouxe a agonia e a veracidade necessária para o que se propõe a narrativa.
Alguns diálogos desnecessários passando uma impressão meio errada de algumas situações, principalmente entre Liam Neelson e o personagem infantil do filho do Viking “o poderoso chefão” da máfia...


Nota: 1.5