22 de março de 2018 Reviews e Análises


Vamos lá, tanto o primeiro filme da franquia, “Círculo de Fogo” quanto o segundo, “Círculo de Fogo - A Revolta”, são filmes considerados, “Lado B”, que tem um público muito específico, que realmente ama esse gênero!!  E até mesmo para quem é apaixonado, “Círculo de Fogo - A Revolta” deixa muito a desejar, principalmente pra quem curtiu muito o primeiro, que foi dirigido pelo vencedor do Oscar de 2018, Guillermo Del Toro.


“Círculo de Fogo - A Revolta” se passa dez anos após os humanos vencerem a guerra contra os kaiju, e selarem a fenda interdimensional de onde esses alienígenas atravessam pro nosso mundo. No primeiro filme, o personagem de Idris Elba se sacrifica para que isso aconteça. Nessa segunda parte, o filho dele, Jake, que é interpretado por John Boyega (o Finn de Star Wars) se torna o protagonista da nova trama e desde o primeiro minuto de filme, ele afirma não ser como o pai, mas como uma boa e velha jornada do herói (que é exatamente o que o filme é) ele vai acabar se redimindo. E o longa é exatamente isso, apenas um grupo de recrutas adolescentes que são comandados por Nate Lambert (Scott Eastwood, filho do genial Clint Eastwood, que por sinal ainda não herdou metade do talento do pai) e eles passam a meio que reconstruir os robôs que são os chamados “jaegers” e mais uma vez tentar salvar o mundo. 


O diretor Stevens S. Knight conhecido por produzir os seriados “Spartacus”, “Demolidor” e por escrever “Smallville” e “ Buffy A Caça Vampiros”, faz sua estreia em longas metragens nesse filme, deixando um pouco a desejar no quesito direção, apesar de algumas boas sacadas, parece que ele não pegou no tranco. Bom, as atuações convencem muito pouco. Mas é claro que se você gosta muito do gênero (além de querer me matar haha) até que vai curtir o filme. Só não vá esperando algo parecido com o Primeiro Círculo de Fogo ou um roteiro bem elaborado. Desligue o cérebro é bom filme! 



NOTA: 1,0/5,0